Desmentido sobre charter de estudantes

09 Mar 2018 / 02:00 H.

    Na sequência da carta do leitor enviada, e publicada, pelo Sr. Isaías Viveiros no dia 8 de Março, venho pelo presente, enquanto responsável por Viagens Abreu na Região Autónoma da Madeira, desmentir o teor da mesma no que à invocação da Agência Abreu diz respeito na forma de vender os 10 lugares que nos foram atribuídos.

    Os mesmos, e como foi bastamente divulgado, e presenciado pela Comunicação Social, foram vendidos numa lógica de igualdade de oportunidades para quem se colocasse na fila tendo sido atendidos os primeiros 10 interessados por ordem de chegada. Refiro que a primeira pessoa a chegar fê-lo às 6h00 tendo aguardado pelas 9h00 para poder adquirir a sua passagem. O mesmo tendo acontecido aos demais interessados não tendo ficado, por isso, ninguém sem comprar as 10 passagens que podíamos vender, por não termos caído na tentação de guardar lugares para os “clientes habituais” com todas as repercussões menos positivas que tal poderia representar.

    Acredito que com todo o ruído e espalhafato que tem existido à volta deste assunto, o Sr. Isaías Viveiros possa ter feito confusão com o nome das agências envolvidas e que não terão primado por este princípio. Até porque temos vários emails trocados com este senhor no dia 3 de Março em que lhe foram colocadas por escrito as condições em que agiríamos e de forma a que não subsistissem dúvidas.

    Não acreditando numa má-fé implícita, mas sim em algum género de baralhação por parte deste leitor, fica o esclarecimento público e a certeza de que, em futuras ocasiões - assim se proporcionem - continuaremos a agir com a ética que nos assiste. Não é prática desta Empresa com 178 anos, e uma referência de postura em Portugal e no resto do mundo, agirmos de forma contrária aos nossos valores.

    António Barroso Cruz, District Manager Viagens Abreu

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