Abono pré-natal

01 Dez 2016 / 02:00 H.

    Antes demais queria agradecer ao DN por este espaço. O abono pré-natal, pelos vistos, terá de ter outro nome pois já não é pago antes do nascimento do bebé! Entreguei o pedido de abono pré-natal a 08/08/2016 na loja do cidadão, sendo que a data prevista de parto é a 05/01/2017. a informação que obtive de todas as vezes que questionei a demora no recebimento deste apoio, cujo objectivo é ajudar os pais com as despesas extra que um novo membro familiar trás, é que havia falta de pessoal, e que o pouco pessoal que havia estava desmotivado e sem animo para arcar com o trabalho das pessoas ausentes ao serviço (a informação foi a mesma de todas as vezes e tanto na loja do cidadão como no atendimento da Rua Elias Garcia). De inicio, diziam que em Janeiro receberia resposta, agora já me falam em Março... Eu pergunto-me: de que estão à espera os chefes, dirigentes etc?? No meu caso em particular, não estou à espera dessa ajuda para comprar o que o meu filho precisa, mas existem pessoas que realmente precisam deste apoio. Eu tenho urgência na obtenção de resposta em relação ao escalão de abono que me será atribuido para que possa escolher entre as escolas existentes perto do meu local de trabalho, aquela que me permita ir buscar os mais novos dentro do horário permitido, sabendo de antemão, quanto é que essa escolha me irá custar mensalmente (visto que um iniciará a pré-escola e primária enquanto o bebé precisará de frequentar a creche). SEm saber qual o escalão que terei, não sei se posso optar por uma escola privada perto do local de trabalho para o meu filho que frequentará a pré-escola ou se terei de optar por uma escola publica, longe do meu trabalho e ficando totalmente dependente de “favores” de pessoas que tenham disponibilidade para o irem buscar. Além disso as inscrições (prévias às matriculas) são realizadas em Janeiro ou Fevereiro consoante as escolas, pelo que não posso esperar até março para obter respostas...visto que as minhas idas aos estabelecimentos de atendimento da segurança social não têm surtido efeito, nem tão pouco, a reclamação que fiz para o email dos serviços, recorro às cartas do leitor, na esperança que alguém se digne a parar para pensar nos transtornos que isto trás às familias portuguesas (num pais que se diz querer incentivar a natalidade)... Sinceramente, pelo que vejo, se o apoio do pais fosse o critério dominante, ninguém teria filhos cá....

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