Vem aí o Rali da Calheta após uma grande festa

Filipe freitas deverá estrear o Lancia Delta Integrale Evo no rali da calheta

16 Abr 2018 / 02:00 H.

Depois do sucesso alcançado na 20.ª edição do Rali Porto Santo Line, que se prolongou noite dentro em clima de festa, entre todas as equipas participantes, o Campeonato da Madeira Coral de Ralis 2018 prossegue a 11 e 12 de Maio com a realização do XIV Rali da Calheta, terceira prova pontuável para o regional.

Organizada pelo Club Sports da Madeira, a prova promete algumas novidades, entre as quais a estreia do Lancia Delta Integrale Evo, de Filipe Freitas, admitiu o piloto ao DIÁRIO, destacando que a preparação da viatura deverá ficar concluída dentro de duas a três semanas.

O Rali da Calheta, como vem sendo hábito, vai para a estrada na noite de sexta-feira, a partir das 21h39, com a disputa da superespecial de 3,1 km, a primeira de um total de nove classificativas.

Já no sábado de manhã disputam-se as primeiras passagens pelas especiais do Paul do Mar (6,57 km), às 10h43, Fonte do Bispo (9,72km), pelas 11h08, e Santa (13,15 km), a partir das 11h33.

Após uma neutralização, ao início da tarde os concorrentes voltam a fazer uma segunda passagem por estas classificativas: Paul do Mar (13h10), Fonte do Bispo (13h35) e Santa (14 horas).

Para completar a prova, serão repetidas pela terceira vez as classificativas da Fonte do Bispo (15h32), e, finalmente, da Santa (15h57), estando a cerimónia do pódio marcada para as 17h41 na Marina da Calheta.

Recorde-se que Miguel Nunes e João Paulo foram uns justos vencedores do Rali Porto Santo Line, depois da equipa ter resolvido, com engenho e mestria, um problema no sistema de travagem do Citroën DS3 R5, com a colocação de um elástico, que permitiu à dupla vencedora fazer as últimas duas classificativas de forma firme e categórica.

A dupla João Silva/Victor Calado contentou-se com o segundo lugar, enquanto Alexandre Camacho/Jorge Pereira fechou o pódio.

Vencedores e vencidos acabaram a jornada em plena harmonia, num clima de festa, revelador do bom ambiente que se vive hoje no automobilismo madeirense, após um sucesso dentro e fora do rali, que deixa antever que a prova da Ilha Dourada tem plenas condições para se manter ‘viva’ no Campeonato da Madeira Coral de Ralis, por ser diferente do habitual, ainda que os custos sejam obviamente mais honrosos.

Algo que foi abordado no final do rali, com a promessa de serem reduzidos os valores de participação, com um maior contributo da Câmara Municipal do Porto Santo.

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