Tender volta com rótulo ‘dourado’

‘Porto Santo Roots’ regressa à Ilha Dourada com

14 Jul 2018 / 02:00 H.

Em nove quilómetros de areia terapêutica, a ‘cura’ para todos os seus problemas está mais perto do que imagina.

Agosto marca o regresso às raízes electrónicas da Tender Events, em formato pé descalço e com sabor salgado, nesta que é a estação mais fervorosa em termos de iniciativas ‘mesmo aqui ao lado’.

É a 11 de Agosto (sábado) que a 6.ª edição do ‘Porto Santo Roots’ se realiza na Ilha Dourada, com início às 15 horas e encerrando quando o relógio sonoro assinalar meia-noite. Importa igualmente realçar que pelo segundo ano consecutivo o espaço Tia Maria serve de ‘anfiteatro’ a todos os entusiastas da senda alternativa, que a produtora de eventos pretende cativar.

“Este é dos eventos mais queridos da marca produtora, por toda a mística envolvente e pelo que representa enquanto agenda de festas no Porto Santo, procurando sempre dar alguma diversidade, bom gosto, boa música, e aproveitado o que esta bela ilha tem para dar”, mencionou Roberto António, um dos impulsionadores do certame e sócio-gerente da Tender Events.

Nesta festa onde vários elementos se reúnem, como a praia ou o reencontro com amigos, este é definitivamente “um dia que fica sempre na memória daquelas férias no Porto Santo”, onde a festa da Tender tem plano de destaque por ficar cravada “na memória de todos nós” até ao Verão seguinte.

Resta salientar que para fazer parte deste convívio electrónico não terá de despender qualquer quantia para entrar, pois a música é de todos e não só para alguns.

Três selectors de gabarito

Feita a introdução da grande festa junto ao areal, torna-se imperativo referenciar os principais protagonistas que viajam a 11 de Agosto para a Ilha Dourada.

Nesse sentido, o ‘Porto Santo Roots’ conta nesta edição com Miguel Macedo, Francisco Coelho e Diogo Freitas como principais ‘escribas’ desta história electrónica, onde as páginas sinfónicas far-se-ão com ritmos que irão desde o techno ao house.

Começando por Miguel Macedo, o artista proveniente do Norte do país e assumidamente amante da música electrónica, estabeleceu-se na Madeira depois de já ter tocado junto de grandes nomes nacionais e internacionais de Norte a Sul do país, tendo inclusivamente lançado alguns temas originais.

Quanto a Diogo Freitas, caberá ao artista que é conhecido como o ‘Mestre do Vinil’ introduzir as sonoridades analógicas na festa.

Sempre acompanhado pelos seus gémeos japoneses ‘Technics’, esta é uma boa oportunidade para ver e ouvir de perto um dos nomes em ascensão na cena electrónica, na nossa Região.

Em relação a Francisco Coelho, o selector madeirense tem vindo a ganhar o seu espaço na noite madeirense, tendo já tocado em espaços como Marginal ou Garden, não havendo qualquer dúvida sobre a sua qualidade por detrás do ‘deck’.

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