RG3 agraciado em Belém com Ordem do Mérito

apoio humanitário ás vítimas dos incêndios e das cheias mereceu reconhecimento

Lisboa /
02 Dez 2016 / 02:00 H.

O Regimento de Guarnição N.º 3, gerido pelo Exército em São Martinho (Funchal) recebeu ontem o título de membro honorário da Ordem do Mérito das mãos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa que agraciou entidades e pessoas de áreas como a defesa, cultura e saúde, valorizando alguns que representam o “melhor” de Portugal.

“Portugal é o conjunto de portuguesas e portugueses, e celebrar a pátria é celebrar aqueles que foram, são e serão os melhores de todos nós”, disse o chefe de Estado, em cerimónia tida no Palácio de Belém, em Lisboa.

“De modo discreto, rodeados pelos amigos”, nas palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, os vários homenageados foram distinguidos por “servir Portugal, e Portugal não esquece” aquilo que fizeram.

A cerimónia dividiu-se em dois blocos: primeiro, foi distinguido como membro honorário da Ordem Militar de Avis o centro de formação militar e técnica da Força Aérea, e ainda neste sector recebeu o título de membro honorário da Ordem do Mérito o Regimento de Guarnição N.º 3, sediado na Nazaré (São Martinho), onde foram acolhidos em campanhas humanitárias, as famílias desalojadas pelos incêndios de Agosto e pelas cheias de Fevereiro de 2010. O prémio foi recebido pelo Comandante Coronel Paulo Raul Chéu Gaspar Guedes Vaz.

Depois, Marcelo Rebelo de Sousa prestou mais quatro homenagens: a Liga Portuguesa Contra o Cancro foi distinguida como membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique, a Sociedade Portuguesa de Autores recebeu o título de membro honorário da Ordem da Liberdade, Maria Guida de Freitas Faria, da fundação LIGA, foi designada Grande-Oficial da Ordem de Mérito, e o engenheiro Manuel Castro e Brito (organizador da Ovibeja) foi agraciado, a título póstumo, com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito Agrícola.

“Importa celebrar o passado, mas cumpre sobretudo pensar o presente e apontar o futuro”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, quando elogiava as instituições militares distinguidas.

As distinções aconteceram no dia da Restauração, 1 de Dezembro, novamente feriado, e “não podia haver melhor dia para a entrega destas insígnias”, afiançou o chefe de Estado.

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