Protagonista Eduardo Jesus – Apoio às empresas, ‘ferry’, Easyjet e Savoy

16 Jul 2017 / 02:00 H.

O Instituto de Desenvolvimento Empresarial, tutelado pela Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura (SRETC), atribuiu no primeiro semestre deste ano 12, 7 milhões de euros às empresas da Região, canalizados pelos vários sistemas de apoios. Até agora 349 projectos, que geraram directa ou indirectamente, 500 novos postos de trabalho foram contemplados. Eduardo Jesus reforçou ao DIÁRIO que a aposta na atribuição dos apoios se centra nas empresas ligadas à tecnologia, inovação e com capacidade exportadora.

Medidas como esta são bem vindas para permitir o desejado relançamento do tecido económico local, após anos marcados pela crise.

Noutra frente ficámos a saber que o Governo Regional já despachou o caderno de encargos para a operação ‘navio-ferry’, que vai ligar o Funchal a Lisboa, à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, depois da Comissão Europeia ter dado ‘luz verde’ ao dossier. O secretário regional defende uma linha competitiva, que tenha uma oferta e preços atractivos. Depois de todos os avanços e recuos à volta do ‘ferry’, o concurso público internacional de atribuição da rota, vai mesmo avançar. Veremos se o serviço oferecido constituirá uma alternativa ao serviço aéreo.

Ainda no âmbito da mobilidade, a SRETC enviou um comunicado à Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) sobre a taxa administrativa cobrada pela companhia Easyjet nos voos para a Madeira. Eduardo Jesus alertou para “a necessidade de haver igual tratamento na atribuição dos reembolsos aos passageiros residentes na Região e, concretamente, no caso de tarifas que visem o mesmo fim, nomeadamente aquelas que dizem respeito à emissão dos bilhetes de avião”.

Também da polémica o secretário regional não tem conseguido escapar. Isto porque na ordem do dia continua a construção do novo Savoy, tema que tem aquecido o debate nos fóruns sociais e nas redes sociais. Enquanto o edifício vai ganhando (grande) forma, Governo Regional e Câmara do Funchal vão-se defendendo das críticas, num ‘passa-culpas’ continuo. Relativamente ao aumento do número de quartos face ao projecto inicial, a SRETC garante que desde 2009 que não se pronuncia sobre o projecto e lembra que a lei determina que “na eventualidade de existirem alterações a quaisquer empreendimentos turísticos, a autarquia (CMF) é obrigada a solicitar parecer à tutela, o que não fez”. A celeuma vai continuar...

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