Príncipe do Mónaco volta em Setembro

Monarca vem a 21 de Setembro a convite de Miguel Albuquerque para entronização na Confraria do Vinho da Madeira

13 Jul 2018 / 02:00 H.

O príncipe Alberto do Mónaco volta à Região em Setembro deste ano, a convite do presidente do Governo Regional, de modo a ser entronizado na Confraria do Vinho da Madeira.

Miguel Albuquerque garantiu ontem ao DIÁRIO ter recebido do embaixador do principado em Portugal a indicação da disponibilidade de Alberto II para participar na cerimónia que ocorre a 21 de Setembro, já depois da Festa do Vinho da Madeira, um dos cartazes turísticos do destino que presta tributo ao precioso néctar e à sua incontestável importância socioeconómica, mas ainda num contexto de vindimas.

O príncipe Alberto II esteve na Madeira em Setembro do ano passado. Nos dois dias de presença na Região revelou ser grande apreciador do Vinho Madeira, facto que mereceu o convite então feito pelo presidente madeirense. Na altura, para além dos brindes, participou no descerramento da placa toponímica no Largo Príncipe Alberto I do Mónaco, na zona do Lido, no fim da rua de Leichlingen, entre o Lido Poente e a Estação de Biologia Marinha do Funchal. Alberto I do Mónaco é tetravô do actual monarca e foi um reputado oceanógrafo que fez, desde o final do século XIX, várias campanhas oceanográficas nos mares da Madeira. Tratou-se de um reconhecimento da autarquia pelo seu contributo para o conhecimento científico, em geral, e para o aprofundamento do conhecimento dos mares da Madeira e das nossas espécies, em particular.

A visita do príncipe Alberto II do Mónaco à Região inclui passagens pelo Monte, freguesia onde se solidarizou com as vítimas da tragédia de Agosto, e pelas Desertas, oportunidade para o monarca ficar a conhecer in loco a reserva, a exposição que patrocinou e desfrutar de um ambiente descontraído.

“Eu acho que é um lugar que olha para a frente, conseguiu não só construir a partir de uma grande história, mas também preparar um futuro para a população” foi uma das frases marcante da sua segunda passagem pela, 30 anos depois da primeira, tempo que permitiu perceber as mudanças.

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