Polícia Marítima reforçada

14 Fev 2018 / 02:00 H.

A ‘lancha voadora’ que há 13 anos foi apanhada nas malhas da droga e consequentemente arrestada pelas autoridades portuguesas, tendo permanecido até Abril do ano passado em cima de meia dúzia de cavaletes num dos molhes do porto de recreio da Calheta, já está recuperada ‘como nova’.

O navio, de casco rígido construído em fibra, com 18 metros de comprimento e 4 metros de boca, desloca cerca de 21 toneladas e tem uma autonomia que lhe permite realizar operações em todo o arquipélago da Madeira, é esta tarde motivo de cerimónia para assinalar o aumento ao efectivo da UAM Madeira.

Concretiza-se assim o que a Marinha já havia anunciado há menos de um ano: recuperar a para utilizá-la nas águas da Região Autónoma da Madeira.

De acordo com o comunicado do Comando da Zona Marítima da Madeira, a integração da ‘lancha voadora’ ao serviço da Polícia Marítima vem reforçar a “capacidade de actuação desta força policial, contribuindo para assegurar a regularidade das actividades humanas ligadas ao mar e para a segurança de pessoas e bens”.

Depois da ‘entrega’ da lancha, será lançado o livro ‘Ilhas Selvagens – Um Activo Geoestratégico Português’ que aborda a acção da Autoridade Marítima e da Marinha na afirmação da soberania sobre aquelas ilhas. O.D.

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