Pepa diz que Tondela tem “margem zero”

treinador da equipa beirã avisa que o nacional não é o que se viu com o moreirense

21 Abr 2017 / 02:00 H.

O treinador do Tondela, Pepa, considerou ontem que a partida com o Nacional, da 30.ª jornada da I Liga, é jogo “mata-mata”, onde tem “margem zero” e deve “entrar com tudo” para garantir os três pontos.

“Encaramos este jogo como o do ‘mata-mata’, é mais uma final. A nossa margem é zero e vamos atrás dos três pontos com tudo, não há volta a dar”, sustentou Pepa na conferência de imprensa de antecipação à recepção ao Nacional.

Pepa sublinhou a importância da partida da 30.ª jornada, em que estarão frente a frente os dois últimos classificados, em igualdade pontual (20 pontos).

“Estamos preparados e, acima de tudo, é o velho discurso de não terminarmos o jogo a pensar que poderíamos ter feito isto ou aquilo. Sabemos o que temos de fazer e são 90 e tal minutos de intensidade e concentração máxima, com muito rigor”, acrescentou.

De acordo com o treinador ‘auriverde’, o balneário está forte, depois da vitória da última jornada com o Rio Ave, por 2-1, e ciente do que vai encontrar pela frente.

“Já percebemos que o caminho é de entrega, concentração máxima e de um querer enorme. Temos de entrar em campo, pegar em coisas positivas do último jogo e do jogo com o Chaves [venceu por 2-0] e agarramo-nos a esse tipo de entrega e atitude”, apontou.

Sobre o adversário, Pepa referiu que é uma equipa com bons executantes e com um treinador, João de Deus, muito competente. “Quem se agarrar ao último jogo do Nacional como padrão [derrota por 1-0, na Madeira] está equivocado e está a errar. A ansiedade tomou conta deles nesse jogo, mas o Nacional não é isso”, alertou.

O colectivo beirão “está preparado para encontrar uma equipa forte, com boas individualidades, um bom jogo interior e muito eficaz em termos de jogo exterior”, para além de serem “fortes no jogo aéreo e em bolas paradas”.

“Independentemente do adversário, sabemos da importância pontual e do ser directo, por isso, temos de olhar para a nossa equipa: o que temos de fazer e podemos fazer, e ao que de positivo nos podemos agarrar. É nisso que estamos focados”, concluiu.

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