“Mostrar o que somos”

Daniel ramos fala da força do benfica, mas diz que a goleada da taça já é passado

02 Dez 2016 / 02:00 H.

Esta noite, na abertura da jornada 12 da Liga portuguesa, escreve-se mais um capítulo na historia centenária do Marítimo. Com a recepção ao Benfica, tri-campeão nacional, o Estádio do Marítimo (quase) fecha uma maratona que foi a sua remodelação/construção, que durou longos sete anos de muitos avanços e recuos.

Mas há um jogo frente ao Benfica que, há duas semanas, impôs uma goleada aos verde-rubros no jogo disputado na Luz, então para a Taça de Portugal. “Esse jogo faz parte do passado”, assegura Daniel Ramos na abordagem ao embate desta noite frente aos ‘encarnados’ de Lisboa.

O treinador maritimista avança que, depois desse jogo na Luz, a sua equipa voltou à normalidade no reatamento da Liga. “Conseguimos novamente não sofrer golos num jogo [empate 0-0 em Chaves]. Claro que tiramos as ilações da derrota frente ao Benfica no momento certo”, sustenta.

“Agora vamos jogar na nossa casa, perante a nossa massa adepta e, com a nossa determinação, tentaremos contrariar a força do Benfica, explorando as nossas oportunidades. Sabemos que temos pela frente uma grande tarefa, mas também uma grande oportunidade para mostrar aquilo que somos e não o fomos no jogo da Luz”, sublinha o técnico maritimista.

De resto, e confrontado com a questão, Daniel Ramos acredita que “a lição está bem estudada” pelos seus jogadores. “A semana de trabalho e as anteriores, mostraram que os jogadores estão disponíveis para aprender e melhorar, A nossa organização defensiva tem sido o grande pilar da equipa e estamos a tentar melhorar o nosso processo ofensivo, embora sentindo mais dificuldades para o implementar”, admite o técnico.

Daniel Ramos acha que a palavra vingança, para demonstrar a vontade o Marítimo pontuar ante o Benfica, “é uma palavra muito forte”, alertando para o grande momento que atravessa a turma de Rui Vitória. “O Benfica ainda não perdeu a nível interno. É uma equipa muito forte e o que temos de fazer é estar ao nosso melhor nível, contrariando aquilo que são os pontes forte do adversário, com a nossa estratégia, e esperando que esteja o Benfica numa noite menos boa”, diz.

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