Moradora teme fogo

12 Out 2017 / 02:00 H.

Mercês Silva vive em constante sobressalto, porque tem medo que haja um incêndio nos terrenos baldios existentes na Rua do Faial, no Funchal. A moradora, que reside na Travessa do Rio de Janeiro, já apresentou queixa na Câmara Municipal do Funchal (CMF), no dia 1 de Setembro, e está à espera que seja dado “o despacho da situação o quanto antes”, porque diz que “sempre que sente o cheiro de fumo no ar” pensa que vem daquela zona.

“Sempre que sinto o cheiro de fumo vou logo a correr, porque penso que vem dos terrenos baldios. E, nesta altura, como têm surgido alguns incêndios fico com medo que chegue qualquer coisa ali”, disse.

Além disso, Mercês Silva está também preocupada com um outro terreno, na Rua do Rio de Janeiro, que apesar de ser limpo pelo proprietário, de vez em quando fica um “amontoado de lixo” que pode originar um incêndio.

“Os terrenos ficam ao lado uns dos outros e, por isso, nunca estou descansada. Tenho de andar sempre a controlar ambos, porque os terrenos baldios, inclusive, já chegaram uma vez a arder. Daí o meu receio”, afirmou.

De acordo com autarquia funchalense, no caso dos terrenos baldios, sempre que a CMF recebe uma reclamação “o proprietário do terreno é notificado. E, no prazo de 30 dias, terá de proceder à limpeza dos mesmos, caso contrário está a cometer uma contra-ordenação”.

Mas, segundo a autarquia do Funchal, liderada por Paulo Cafôfo, “normalmente os proprietários quando recebem uma notificação” costumam cumprir com a obrigação de limpar os terrenos, não havendo, até à data, qualquer problema relacionado com o incumprimento da lei.

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