Mais de um milhão

verde-rubros apresentam 1,330 milhões de euros

13 Jan 2018 / 02:00 H.

A Assembleia Geral do C. S. Marítimo, reunida ontem, aprovou por unanimidade e aclamação dos sócios presentes, o relatório de gestão e contas relativo à época desportiva de 2016/17, que terminou com 1,330 milhões de euros de resultado liquido positivo.

De acordo com Luís Miguel Sousa, presidente da mesa da Assembleia Geral, este número resulta de 5,100 milhões de euros de rendimentos, 3,5 milhões de euros de gastos, mas “também uma parte dos rendimentos resultantes da participação do clube no Marítimo SAD, de cerca 1,5 milhões de euros, o que cruzado com o resultado liquido e com a equivalência patrimonial da SAD, atira para um resultado positivo, se tiramos esta equivalência patrimonial, de 35 mil euros”, explica o dirigente.

De qualquer maneira, Luís Miguel Sousa adianta que este resultado reflecte a maior participada do C. S. Marítimo. “O clube constituiu a SAD com 40% , hoje tem mais de 91% de participação, o que reflecte-se necessariamente na estrutura do clube, que tem cerca de 97 milhões de euros de activos, mais de 50 milhões de euros de capitais próprios ou dos seus sócios, que garantem alguma sustentabilidade futura, e um património invejável, onde se inclui a Fundação Marítimo e o Colégio, com mais de 300 alunos, que ajudam à sua sustentabilidade e a manter uma presença na comunidade onde se insere”, sustenta.

A Assembleia Geral aprovou ainda, por unanimidade e aclamação, um voto de louvor à direcção, aprovando ainda uma alteração estatutária que vai permite ao Marítimo que albergue no seu seio modalidades ligadas ao mar. Foram ainda aprovadas a entrega de Leões de Ouro a quatro sócios (Carlos Pereira, Luís Miguel Sousa, Joe Berardo e Jorge Sá) pelo “seu papel determinante em 1997”, quando tomaram conta do Marítimo na sequela do clube único proposto pelo então presidente do governo regional e chumbado pelos sócios verde-rubros), ainda quatro Leões de Prata (João Alexandre Silva, Ewerton Machado, José António ‘Zeca’ e Emanuel Eugénio Abreu) e ainda sócios de mérito a sete associados e três a titulo póstumo para antigas glorias do clube (Chino, Raul e Checa).