Mais 9 milhões para a ribeira

Investimento tem financiamento assegurado proveniente da Lei de Meios

12 Set 2018 / 02:00 H.

Passados oito anos a Lei de Meios ainda continua a render obras e o cumprimento de promessas políticas. Ontem, durante a visita ao Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) na Tabua, o presidente do Governo Regional disse que em “Outubro” vai mandar “abrir o concurso público” para a 2.ª fase da obra de canalização da ribeira da Tabua, freguesia da Ribeira Brava, uma empreitada que tem um custo base de “9 milhões de euros” cujo suporte financeiro ainda decorre da Lei que serviu para assegurar o financiamento das iniciativas de apoio e reconstrução na Madeira, na sequência do temporal de 20 de Fevereiro de 2010.

Antes o governante sublinhara o investimento que o seu governo realizara, com custo superior a 1,5 milhões de euros, também da Lei de Meios, precisamente numa obra em que ficara conhecido que Ricardo Nascimento não seria candidato do PSD-M nas eleições autárquicas. Se, nessa altura, o ambiente não era o melhor, ontem, a fechar o discurso, o governante frisou que o edil pode contar com o seu apoio “porque, em primeiro lugar, está o interesse da população, e depois, o resto, vem muito, muito depois”, observou.

Quanto ao CAO, Miguel Albuquerque teceu elogios à política social destacando a dinamização dos 11 espaços deste género em funcionamento na Região.

Para oferecer as condições que o prédio dispõe aos 20 utentes e às 15 pessoas que nele trabalham, foi preciso um investimento do Governo Regional que ascendeu aos 34.152,74 euros, entre equipamentos (16.291,14 euros) e obras de construção civil (17.858,60 euros).

Precisamente por isso, o presidente da autarquia disse estar quase com uma “lágrima no canto do olho” justamente porque viu a renovação de um espaço degradado servindo para uma causa nobre como é o serviço prestado. Nascimento relembrou que a edilidade tem vindo apoiar, “embora não sendo competência do município”, o transporte dos utentes.

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