Intensidade no arranque do ano

Fogo-de-artifício não defraudou expectativas e agradou à maioria dos residentes e turistas. A Macedo’s Pirotecnia fala “no melhor e mais intenso” espectáculo

02 Jan 2018 / 02:00 H.

Milhares de pessoas assistiram aos intensos oito minutos do espectáculo de fogo-de-artifício da passagem de ano no Funchal, assinalada com 163.813 peças de material pirotécnico, disparadas de 37 postos ao longo do anfiteatro da cidade.

O espectáculo deu início às comemorações na Região dos 600 anos do descobrimento do Porto Santo e Madeira, e não defraudou as expectativas da maioria dos residentes e turistas que assistiram ao evento.

No centro do Funchal ou nos miradouros existentes um pouco por toda a cidade, em hotéis ou varandas privadas com vistas privilegiadas, ou a bordo de um barco de recreio, do Lobo Marinho ou de um dos 10 navios de cruzeiro que estiveram atracados no Porto ou fundeados ao largo, foram muitos os milhares de pessoas que seguiram com atenção e de olhos postos no céu, os efeitos de luz e som próprios da pirotecnia.

O céu estava limpo e não houve chuva como o Instituto do Mar e da Atmosfera tinha prometido nas previsões e por isso, tudo convidou a que as pessoas viessem para a rua para desfrutar daquele que, para muitos, é a melhor passagem de ano do mundo.

E assim, durante oito minutos, as 23 toneladas de material pirotécnico fizeram as delícias de todos. Com quadros tradicionais portugueses como os chorros, as lagartas e outros, as cores iluminaram o céu e, nos segundos finais, a habitual apoteose intensa e sonante, que fez com que o espectáculo terminasse com os aplausos que foram ecoando pela cidade.

Já ao princípio da tarde de ontem, os responsáveis pelo espectáculo mostravam-se muito satisfeitos com o resultado final.

Na perspectiva de Carlos Macedo, Administrador da Macedo’s Pirotecnia, o espectáculo pirotécnico desta passagem de ano, “foi de longe o melhor e o mais intenso até hoje” entre os organizados por esta empresa.

Tudo contribuiu para que os oito minutos de fogo-de-artifício corressem como estava previsto. “O tempo ajudou. A noite estava muito boa, não havia vento nem humidade, o que permitiu que o fumo não baixasse sobre a cidade”, disse Carlos Macedo ao DIÁRIO. Além disso não se registaram quaisquer problemas técnicos, acrescentou ainda o administrador da empresa. “Em termos de sincronização foi perfeito e a apoteose final não defraudou ninguém, com os sons finais a ecoar durante largos segundos no anfiteatro do Funchal”.

E apesar da satisfação dos responsáveis e elementos que trabalham na e com a Macedo’s, mesmo depois de terminado o espectáculo não houve tempo para baixar os braços.

Mal terminou o fogo-de-artifício, várias equipas foram de imediato para o terreno para fazer uma vistoria de segurança aos vários postos de lançamento. Estas equipas, que estiveram a trabalhar até às 6 horas da madrugada de ontem, fizeram também uma primeira limpeza na área dos postos.

Às 14 horas entraram outras equipas ao serviço, que estiveram encarregues de fazer uma limpeza mais profunda nas referidas áreas. Esta limpeza vai terminar já no dia de hoje, altura em que o restante material será devidamente guardado.

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