Houve alma nacionalista

16 Abr 2018 / 02:00 H.

O Nacional enfrentou ontem um adversário poderoso e, em extrema dificuldade, fazendo valer uma verdadeira ‘alma nacionalista’ arrancou um empate que lhe abre portas para o regresso à I Liga.

O Santa Clara entrou determinado no jogo, com dinâmica e velocidade, perturbando o último reduto alvinegro.

Fernando Andrade, um extremo veloz e de grande capacidade técnica foi o grande desequilibrador e rematou ao poste logo aos 5 minutos. Os açorianos com maior pendor ofensivo chegaram ao golo aos 22 minutos com o avançado brasileiro a surgir na direita e quando Daniel Guimarães surgia no seu encalce rematou para o golo.

Pouco depois e dando continuidade a essa avalanche, Osama Rashid disparou e a bola bateu com estrondo no poste e à entrada da reta final da primeira parte, Fernando Andrade – novamente – fez uma diagonal e disparou na zona central para o segundo golo, aumentando a expectativa e dificuldades dos nacionalistas para o segundo período.

Então, os madeirenses assumiram o jogo e chegaram o golo após um cruzamento de João Camacho, com Ricardo Gomes a elevar-se e em rotação reduziu.

Quando o Nacional aumentou de velocidade surgiu o terceiro golo dos açorianos, após um canto que Diogo Santos junto ao segundo poste desviou.

Quando parecia que tudo estava decidido os comandados de Costinha voltaram a reagir e aproveitaram um erro clamoroso do guarda-redes, que permitiu um livre próximo da pequena área – lance discutido em que o Marco Pereira hesitou e não evitou o risco, quando podia aliviar - Bryan Rochez converteu o livre e fez o segundo golo, ao descobrir uma nesga por entre uma floresta de pernas.

O empate surgiu no tempo de compensação quando Camacho assistiu Bryan Rochez que rematou e a bola sobrou para Mauro Cerqueira que empatou.

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