‘Herança’ inspira concurso de curtas-metragens

24 Out 2017 / 02:00 H.

Foi ontem apresentada a oitava edição do Madeira Curtas, o concurso regional de curtas-metragens organizado pelo Centro de Actividades Ocupacionais de Machico em parceria com a secretaria regional da Educação. ‘A herança que nos pertence’ é o tema que dá o mote para os vários filmes.

As inscrições para o concurso já estão abertas e, tal como explica Vera Santos, são abertas a todos os interessados, independentemente da profissão e idade.

“Temos recebido cerca de 30 inscrições por edição, número que esperamos ultrapassar este ano”, disse a organizadora.

O objectivo passa por submeter um vídeo, com um máximo de três minutos, dedicado à temática em questão. As inscrições decorrem até 23 de Março, no site www.educamedia.educatic.info. Depois, os inscritos têm até 20 de Abril para entregar as suas curtas-metragens. A entrega de prémios vai acontecer em Junho, no âmbito da Semana Regional das Artes.

Aluno da Jaime Moniz venceu a edição anterior

João Brás, aluno da Escola Secundária de Jaime Moniz foi o grande vencedor da edição transacta. ‘ALAPAKI’, que contou com música de Marco Marujo, venceu as Categorias de Melhor Som, Melhor Curta-Metragem de Animação e Melhor Curta-Metragem do 7º Concurso de Curtas-Metragens.

O estudante do curso técnico de Multimédia contou ao DIÁRIO que o seu trabalho retratava a história de um rapaz que encontrou uma estrela caída no chão e que a tentou colocar no céu, mas que esta caía pois tratava-se de uma estrela do mar.

“Um lugar para amanhã era o tema do ano passado e com isto decidi mostrar que há sempre lugar para os sonhos e devemos começar por baixo para chegar lá acima”, explica o estudante.

João Brás assume que este é um projecto trabalhoso, mas que acaba por ser gratificante para todos os envolvidos neste processo.

O estudante referiu a importância de se potenciarem concursos como este, que “permitem mostrar o talento que existe na Região”, algo que nem sempre é possível dada a dimensão do arquipélago. “Há muita arte e muitos artistas que não são conhecidos e assim há um oportunidade de mostrarem o que fazem”, concluiu.

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