Greve ‘solidária’ com baixa adesão na Madeira

SPM garante que, apesar do acordo com o Governo regional, há razões para a greve

14 Mar 2018 / 02:00 H.

A greve dos Professores na Madeira teve uma baixa adesão. O SPM estimou em cerca de 20%, mas a SRE disse que foi bem abaixo, nem tendo chegado aos 10%. Certo é que a adesão foi baixa, admitindo as duas partes que, devido a um acordo entre o Governo o o SPM, há menos razões do que no continente, a sustentarem o protesto e essa deveria ter sido uma das razões para a fraca adesão.

“O que nós sabemos neste momento é que com certeza será uma greve com menos adesão do que as greves de Outubro e Novembro, porque estando resolvida a questão – resolvida não é o termo certo -, estando assumida por parte da Secretaria a recuperação integral do tempo de serviço dos períodos de congelamento, há muita gente que está mais satisfeita, acha que as outras questões não são tão importantes. No entanto, há outras pessoas que não”, referiu o dirigente Francisco Oliveira, do SPM. “É uma greve que faz sentido”, garante. Não podemos ignorar que para além da recuperação não está tudo bem.” Entre essas coisas está o fim de um regime específico para a reforma ou, na Região, a proposta de concursos apresentada pela Secretaria de Educação e que vai mexer com a vida de muitos docentes, garante. A vinculação dos contratados é outro braço-de-ferro dos professores, com a Secretaria a manter a vinculação apenas ao fim de cinco anos de serviço completo no mesmo grupo disciplinar.

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