Falso inspector da PJ leva 15 meses de prisão

14 Mar 2018 / 02:00 H.

    Diogo Sousa, o jovem de 26 anos que enganou seis pessoas com falsas compras de telemóveis ou investimentos multinível, por vezes fazendo-se passar por inspector da PJ, foi condenado, ontem, na Instância Local da Comarca da Madeira, a 15 meses de prisão por seis crimes de burla, com pena suspensa.

    Diogo Sousa só evitará a prisão caso cumpra um plano de readaptação social, com vigilância e apoio dos serviços de reinserção social. Para isso, o arguido terá de dar ‘sinal de vida’. É que ao longo dos últimos meses, o jovem de Câmara de Lobos foi procurado pela PSP mas não foi localizado. O julgamento decorreu na sua ausência. A juíza Elsa Serrão deu como provados quase todos os factos que constavam na acusação do Ministério Público. Só foi absolvido de um dos crimes. Assim, foi dado como assente que, entre Maio e Julho de 2013, extorquiu centenas de euros a três pessoas a quem prometeu entregar iPhones, mas nunca entregando os telemóveis. Em Abril de 2014 burlou outros três madeirenses que investiram no falso negócio em pirâmide Emgoldex. Nos dois esquemas embolsou 2.600 euros. Diogo já tem duas condenações por burla no cadastro. M. F. L.