Estado renova apoio à UMAR que espera pelo GR

A UMAR chegou indirectamente a 2.660 pessoas, percorrendo seis concelhos em 2017

27 Jan 2018 / 02:00 H.

A UMAR Madeira fez ontem um balanço da sua acção ao longo de 2017, retirando conclusões positivas do seu raio de intervenção na Região. Este é um projecto que ainda não tem qualquer protocolo estabelecido com o Governo Regional, ao contrário da República, que renovou o apoio para 2018.

A iniciativa ‘Promovendo a Igualdade nas Comunidades e nas Escolas’, que se iniciou em Janeiro do ano transacto, permitiu a um grupo de seis voluntárias chegar até seis concelhos da Madeira, num total de 15 acções e com uma média de 44 pessoas por sessão.

Abrangendo crianças do 1. ciclo, adolescentes dos 2.º e 3.º ciclos, ensino secundário, nocturno, superior e sénior, mas também utentes de centros comunitários, a equipa da UMAR Madeira sensibilizou directamente 665 pessoas, o que indirectamente perfaz uma média de 2.660 pessoas que tomaram conhecimento das várias iniciativas por toda a ilha.

Para assinalar o momento esteve Rosa Monteiro, secretária de estado para a Cidadania e a Igualdade, que enfatizou a “longa tradição de relacionamento e de trabalho com a UMAR nesta área da promoção e igualdade de género”, destacando igualmente o apoio do Governo da República em 2017 à associação e que este ano será renovado, de forma a reconhecer “os bons trabalhos produzidos”.

“As denúncias têm vindo a aumentar. Temos de actuar no domínio da prevenção e os programas começam desde logo na educação, e a UMAR nesse domínio indicam-nos que temos de prevenir e actuar para desconstruir estereótipos”, mencionou Rosa Monteiro, que olha para o “trabalho em rede” para reforçar as parcerias.

Ano de consolidação

Constituída a 12 de Setembro de 1976, A UMAR tem vindo a consolidar o seu trabalho. Quem o diz é Maria José Magalhães, presidente da associação que viajou até à Madeira para participar no seminário final. “Os apoios e projectos financiados são fundamentais e tem havido uma aposta em grupos de jovens feministas que vão crescendo. Estamos contentes com 2017, conseguimos resistir à crise, mas a UMAR é uma organização com muita solidariedade interna”, alertou a presidente.

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