“Espero alcançar em 2018 o que não consegui este ano”

14 Dez 2017 / 02:00 H.

Participar numa acção de senisibilização rodoviária tendo em vista minimizar os perigos de uma condução danosa, através do consumo do álcool e do excesso de velocidade foi, para Miguel Nunes, conceituado piloto madeirense de Ralis, uma forma de alertar para um perigo iminente que pode e deve ser evitado por quem conduz.

Visivelmente satisfeito por poder contribuir para o bem-estar de todos os que andam na estrada, seja condutor ou peão, confessa que teve apenas dois acidentes em competição. “O meu papel é, desde a partida até à meta, andar o mais depressa possível, fazer o percurso no menor tempo e sei que a qualquer momento posso ter um acidente grave, mas faço isto porque estou a competir profissionalmente”, diz, salientando que no dia-a-dia, é um cidadão cumpridor dos limites de velocidade, até porque é diferente acelerar num carro que não seja adaptado para esse efeito.

Em termos desportivos, o piloto faz um balanço positivo do ano de 2017, apesar de alguns dissabores. “Este tem sido um ano difícil em alguns aspectos. Desportivamente tive perto de vencer a prova rainha do automobilismo, o Rali Vinho Madeira, mas infelizmente fui traído por uma avaria mecânica quando estava à frente e isso acabou por marcar o ano desportivamente”.

Em termos profissionais, “foi um ano com algumas dificuldades mas estamos agora a colher alguns frutos desse esforço e espero que em 2018 consiga alcançar tudo aquilo que não consegui este ano”.

O desejo de Miguel Nunes passa também por aproveitar a quadra natalícia para estar com a família. “O ano é sempre complicado, com os afazeres profissionais que me impedem muitas vezes de estar presente, mas acabo por aproveitar esta altura para estar com eles e participar em alguns convívios familiares”. S. A. S.

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