“entre o ‘roto

04 Ago 2017 / 02:00 H.

Tendo em conta o histórico do partido no concelho, acredita que será desta que Santa Cruz será governada pelo PS? A nossa candidatura é o resultado dum trabalho intenso, mobilizador e em crescendo neste último ano e meio. Temos desenvolvido uma oposição construtiva e firme tendo a preocupação de contribuir para o esclarecimento público, sermos uma voz em defesa dos santa-cruzenses e apresentarmos soluções. Um exemplo: em Julho de 2016 alertamos para o mau estado das estradas. Levou à indignação popular e a Câmara sentiu-se obrigada de melhorar a Estrada Maria Ascensão na Camacha. A Câmara actuou mas só após a nossa iniciativa e pressão pois esta obra não estava no Orçamento. Dito isto, estou confiante num bom resultado porque sinto que a população está atenta, reconhece o nosso trabalho e deposita enorme expectativa em nós.

O facto de haver duas candidaturas encabeçadas por militantes que se ‘divorciaram’ do PS (JPP e BE) não poderá penalizar a lista que encabeça? Este mandato teve, pelo menos, o condão de conhecer afinal o que era o JPP. Em 48 meses, 44 brincaram à política e só lembraram de fazer algum trabalho a quatro meses das eleições. Hoje, é vê-los num corre-corre a tentar mostrar alguma obra. Deixam a ideia que os políticos só trabalham em ano de eleições e a população, naturalmente, sente-se enganada.

A população pede mais e vai penalizar o eleitoralismo e o oportunismo político. Preocupa-nos fazer melhor e dar o máximo ao longo desta ‘caminhada’ e, quando assim é, os resultados aparecem.

Quem são os principais adversários do PS? O JPP, porque está no poder, o PSD, porque é o principal partido na oposição, ambos ou todas as candidaturas? Os nossos adversários não são a candidatura A ou B. Elegemos como adversários o desemprego, a falta de oportunidades para os jovens, a pobreza envergonhada, a falta de médicos de família, a fragilidade do comércio, etc. Não deixaremos de fazer a avaliação do mandato do JPP. Mas o tempo é de futuro, e de construir esse futuro. Não vivo obcecado pelo passado.

O PS vai concorrer a todos os órgãos autárquicos do concelho? As listas já estão concluídas? Concorremos a todas os órgãos e as listas estão quase concluídas. Mais de 75% dos nossos candidatos não têm filiação partidária. Esta candidatura não é só do PS, é da própria cidadania, é uma candidatura aberta à sociedade e dos cidadãos livres que amam a sua terra.

Qual é ‘o mínimo’ para poder dizer a 1 de Outubro que alcançou um bom resultado: ser eleito vereador, o PS reconquistar o estatuto de principal partido na oposição ou ganhar e alcançar a presidência da Câmara? Temos uma equipa com provas dadas e percursos imaculados. Elaboramos um programa ajustado à realidade que contou com o apoio de muitos santa-cruzenses, pois fomos pioneiros e lançamos o Programa Eleitoral Participado. Com a devida humildade, acredito numa vitória.

O que distingue a candidatura do PS da dos outros partidos? Temos uma visão de futuro sustentada em linhas de acção e sabemos como concretizá-las. Tive a atenção de encontrar candidatos especialistas nas áreas do Social, Economia, Cultura, Finanças e Ordenamento. E há a marca do Partido Socialista. O PS onde é executivo o apoio social não é uma notícia de jornal, a transparência não é uma palavra vã, o rigor nas finanças não é ‘ficção’ e a Cultura é um direito. As opções eleitorais dos santa-cruzenses não podem limitar-se entre o ‘roto e o esfarrapado’, JPP vs PSD, tinha de aparecer uma candidatura que se constituísse como a verdadeira alternativa. E assumi, desde o início, a responsabilidade de construir essa alternativa.

Do que foi feito pelo JPP no actual mandato, o que é que não faria se fosse o presidente? Este mandato do JPP pouco contribuiu para a credibilização da classe politica. Entraram como movimento de cidadãos e saem como partido. E disseram ‘cobras e lagartos’ dos partidos. Chegam a autoelogiar-se pelo facto de contratar um advogado por 854 mil euros. E prometem continuar a recorrer e a pagar estes valores no próximo mandato. Isto é gozar com as pessoas. Aumentaram o preço da água, criaram novos impostos para as empresas para gastar num advogado cuja função foi a de elaborar uma auditoria às contas que nunca existiu, comprar guerras inúteis com o governo regional que prejudicou e continua a prejudicar o interesse do Município e pôs muitos empresários em tribunal de modo a atrasar o pagamento a estes fornecedores. O advogado é uma amostra, repare: ao longo deste mandato e por contratação por ajuste directo por convite a uma única entidade já gastaram perto de 3 milhões de euros (dados no base-gov). Ao contrário do que afirmam, uma parte significativa da dívida continua por pagar, noutra rubrica, mas mais cedo ou mais tarde terá de ser paga e com custos acrescidos. Não foi paga mas foi apagada. Passaram o mandato a falar da dívida como se fosse o principal problema em Santa Cruz quando os maiores problemas são os que dizem directamente respeito às vidas das pessoas. E estes, nunca entraram na agenda nem no discurso do sr. Filipe Sousa. E continuam por resolver. Há uma questão de transparência, pois, não recebemos os Relatórios de Actividade desde 2016, nem foi entregue o último Relatório de Acompanhamento do PAEL (críticos da gestão do JPP). Estamos preocupados porque há números que desconhecemos.

E se for eleito presidente, que mudança mudar protagonizar na gestão autárquica? Dar vida própria a Santa Cruz. Com criatividade e trabalhar com as forças-vivas do concelho. Há-que mudar o paradigma, passar de um concelho dormitório e de passagem para um concelho gerador de emprego. Nós temos o mais importante: as pessoas, muitos com qualificações e vontade de empreender. Queremos que quem reside em Santa Cruz possa, em maior proporção, trabalhar no concelho. Vários municípios da área metropolitana de Lisboa iniciaram este processo e com excelentes resultados. Vamos lançar um pacote de medidas de grande alcance para criar emprego. A par disto, daremos especial atenção às pequenas intervenções locais, com enorme impacto no dia-a-dia das populações, ex. melhorar as acessibilidades. Não vamos levar empresários a tribunal, vamos negociar a dívida e propor um plano de pagamentos. Vamos trabalhar em conjunto com o Governo Regional porque o concelho precisa de melhorar o acesso à saúde, uma nova escola primária no Caniço, aumentar a oferta pública no pré-escolar e dum circuito interno de transportes. Vamos recorrer aos fundos comunitários para, p.ex. relançar a economia dos vimes e promover o turismo náutico. Vamos baixar o preço da água por contrapartida à redução do desperdício (80%). As contratações de entidades externas serão efectuadas por concurso público e não por ajustes directos por convite a uma só entidade. Connosco, os 854 mil euros gastos em advogados serão utilizados em prol da população, para reforçar o apoio à criação de emprego, famílias carenciadas, bolsas de estudo e economia local.

Tendo em conta o histórico do partido no concelho, acredita que será desta que Santa Cruz será governada pelo PS? A nossa candidatura é o resultado dum trabalho intenso, mobilizador e em crescendo neste último ano e meio. Temos desenvolvido uma oposição construtiva e firme tendo a preocupação de contribuir para o esclarecimento público, sermos uma voz em defesa dos santa-cruzenses e apresentarmos soluções. Um exemplo: em Julho de 2016 alertamos para o mau estado das estradas. Levou à indignação popular e a Câmara sentiu-se obrigada de melhorar a Estrada Maria Ascensão na Camacha. A Câmara actuou mas só após a nossa iniciativa e pressão pois esta obra não estava no Orçamento. Dito isto, estou confiante num bom resultado porque sinto que a população está atenta, reconhece o nosso trabalho e deposita enorme expectativa em nós.

O facto de haver duas candidaturas encabeçadas por militantes que se ‘divorciaram’ do PS (JPP e BE) não poderá penalizar a lista que encabeça? Este mandato teve, pelo menos, o condão de conhecer afinal o que era o JPP. Em 48 meses, 44 brincaram à política e só lembraram de fazer algum trabalho a quatro meses das eleições. Hoje, é vê-los num corre-corre a tentar mostrar alguma obra. Deixam a ideia que os políticos só trabalham em ano de eleições e a população, naturalmente, sente-se enganada.

A população pede mais e vai penalizar o eleitoralismo e o oportunismo político. Preocupa-nos fazer melhor e dar o máximo ao longo desta ‘caminhada’ e, quando assim é, os resultados aparecem.

Quem são os principais adversários do PS? O JPP, porque está no poder, o PSD, porque é o principal partido na oposição, ambos ou todas as candidaturas? Os nossos adversários não são a candidatura A ou B. Elegemos como adversários o desemprego, a falta de oportunidades para os jovens, a pobreza envergonhada, a falta de médicos de família, a fragilidade do comércio, etc. Não deixaremos de fazer a avaliação do mandato do JPP. Mas o tempo é de futuro, e de construir esse futuro. Não vivo obcecado pelo passado.

O PS vai concorrer a todos os órgãos autárquicos do concelho? As listas já estão concluídas? Concorremos a todas os órgãos e as listas estão quase concluídas. Mais de 75% dos nossos candidatos não têm filiação partidária. Esta candidatura não é só do PS, é da própria cidadania, é uma candidatura aberta à sociedade e dos cidadãos livres que amam a sua terra.

Qual é ‘o mínimo’ para poder dizer a 1 de Outubro que alcançou um bom resultado: ser eleito vereador, o PS reconquistar o estatuto de principal partido na oposição ou ganhar e alcançar a presidência da Câmara? Temos uma equipa com provas dadas e percursos imaculados. Elaboramos um programa ajustado à realidade que contou com o apoio de muitos santa-cruzenses, pois fomos pioneiros e lançamos o Programa Eleitoral Participado. Com a devida humildade, acredito numa vitória.

O que distingue a candidatura do PS da dos outros partidos? Temos uma visão de futuro sustentada em linhas de acção e sabemos como concretizá-las. Tive a atenção de encontrar candidatos especialistas nas áreas do Social, Economia, Cultura, Finanças e Ordenamento. E há a marca do Partido Socialista. O PS onde é executivo o apoio social não é uma notícia de jornal, a transparência não é uma palavra vã, o rigor nas finanças não é ‘ficção’ e a Cultura é um direito. As opções eleitorais dos santa-cruzenses não podem limitar-se entre o ‘roto e o esfarrapado’, JPP vs PSD, tinha de aparecer uma candidatura que se constituísse como a verdadeira alternativa. E assumi, desde o início, a responsabilidade de construir essa alternativa.

Do que foi feito pelo JPP no actual mandato, o que é que não faria se fosse o presidente? Este mandato do JPP pouco contribuiu para a credibilização da classe politica. Entraram como movimento de cidadãos e saem como partido. E disseram ‘cobras e lagartos’ dos partidos. Chegam a autoelogiar-se pelo facto de contratar um advogado por 854 mil euros. E prometem continuar a recorrer e a pagar estes valores no próximo mandato. Isto é gozar com as pessoas. Aumentaram o preço da água, criaram novos impostos para as empresas para gastar num advogado cuja função foi a de elaborar uma auditoria às contas que nunca existiu, comprar guerras inúteis com o governo regional que prejudicou e continua a prejudicar o interesse do Município e pôs muitos empresários em tribunal de modo a atrasar o pagamento a estes fornecedores. O advogado é uma amostra, repare: ao longo deste mandato e por contratação por ajuste directo por convite a uma única entidade já gastaram perto de 3 milhões de euros (dados no base-gov). Ao contrário do que afirmam, uma parte significativa da dívida continua por pagar, noutra rubrica, mas mais cedo ou mais tarde terá de ser paga e com custos acrescidos. Não foi paga mas foi apagada. Passaram o mandato a falar da dívida como se fosse o principal problema em Santa Cruz quando os maiores problemas são os que dizem directamente respeito às vidas das pessoas. E estes, nunca entraram na agenda nem no discurso do sr. Filipe Sousa. E continuam por resolver. Há uma questão de transparência, pois, não recebemos os Relatórios de Actividade desde 2016, nem foi entregue o último Relatório de Acompanhamento do PAEL (críticos da gestão do JPP). Estamos preocupados porque há números que desconhecemos.

E se for eleito presidente, que mudança mudar protagonizar na gestão autárquica? Dar vida própria a Santa Cruz. Com criatividade e trabalhar com as forças-vivas do concelho. Há-que mudar o paradigma, passar de um concelho dormitório e de passagem para um concelho gerador de emprego. Nós temos o mais importante: as pessoas, muitos com qualificações e vontade de empreender. Queremos que quem reside em Santa Cruz possa, em maior proporção, trabalhar no concelho. Vários municípios da área metropolitana de Lisboa iniciaram este processo e com excelentes resultados. Vamos lançar um pacote de medidas de grande alcance para criar emprego. A par disto, daremos especial atenção às pequenas intervenções locais, com enorme impacto no dia-a-dia das populações, ex. melhorar as acessibilidades. Não vamos levar empresários a tribunal, vamos negociar a dívida e propor um plano de pagamentos. Vamos trabalhar em conjunto com o Governo Regional porque o concelho precisa de melhorar o acesso à saúde, uma nova escola primária no Caniço, aumentar a oferta pública no pré-escolar e dum circuito interno de transportes. Vamos recorrer aos fundos comunitários para, p.ex. relançar a economia dos vimes e promover o turismo náutico. Vamos baixar o preço da água por contrapartida à redução do desperdício (80%). As contratações de entidades externas serão efectuadas por concurso público e não por ajustes directos por convite a uma só entidade. Connosco, os 854 mil euros gastos em advogados serão utilizados em prol da população, para reforçar o apoio à criação de emprego, famílias carenciadas, bolsas de estudo e economia local.