Docentes avançam
com greve e manifestação

Dia 15 de Novembro, SPM conta fechar várias escolas e levar centenas à manif

07 Nov 2017 / 02:00 H.

A greve já tinha sido anunciada a nível nacional e ontem surgiu, oficialmente, a confirmação que o Sindicato de Professores da Madeira também se vai juntar a ela, até porque “não poderia ser de outra forma”. A paralisação está marcada para o dia 15 de Novembro, sendo que nesse dia está convocada uma manifestação na Região.

Tal como referiu o coordenador do SPM, em conferência de imprensa, a manifestação tem início marcado para as 10 horas, junto da Assembleia Legislativa da Madeira, devendo terminar junto de duas secretarias: a da Educação e a das Finanças.

O objectivo da greve e manifestação passa por exigir a contagem do tempo de serviço aquando do descongelamento das carreiras, algo que não está previsto no documento preliminar do Orçamento de Estado.

“O que está em causa é muito grave”, assumiu Francisco Oliveira. “Nós temos um estatuto regional, logo a nossa situação é regional, estamos com a luta nacional, mas preocupa-nos o que virá no Orçamento Regional para 2018, que há de ser apresentado muito em breve”, frisou.

O coordenador do sindicato acredita que esta greve será maior do que a realizada no passado dia 27 de Outubro, sendo que está a circular uma petição com o título ‘Trabalhamos, o tempo é nosso’. O documento já conta com várias centenas de peticionários.

O que está em causa é a discriminação, a nível nacional, dos professores e educadores pois, embora também sejam funcionários públicos, o seu tempo de serviço enquanto a carreira esteve congelada, não vai contar.

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