Ilhatrónica festeja
com Bloop Recordings

Festival convidou Bloop Recordings a celebrar cá o seu 10.º aniversário

06 Dez 2017 / 02:00 H.

É um dos ‘selos’ que mais ajudaram a popularizar a música electrónica em Portugal. E este ano, especialmente, está de parabéns. Literalmente. A Bloop Recordings, tendo começado por ser uma editora de discos, depressa percebeu que seria algo difícil de rentabilizar e pouco tempo depois começou a organizar eventos. E assim, num abrir e fechar de olhos, passaram 10 anos. E na recta final do ano, depois de ter percorrido Portugal continental, a Bloop Recordings é agora convidada pela organização do festival Aleste para vir celebrar cá o seu 10.º aniversário, precisamente ao Ilhatrónica, a vertente mais dançável do evento ‘made in’ Funchal.

“O Ilhatrónica não podia ficar indiferente aos 10 anos da Bloop Recordings e convidou-a para vir celebrar na época e local mais festivos que temos no Funchal, o terreiro da fruta do Mercado dos Lavradores”, começa por dizer a organização do Aleste.

“Sábado, dia 16 de Dezembro (20h30), dois incontornáveis do panorama da dança acelerada nacional - Magazino & Cruz - viajam até à Madeira para a versão mais dançante do festival Aleste. A eles junta-se o insular Freitas, que será o mestre responsável por dar o mote de arranque para a noite”, adianta.

Os bilhetes (10 euros com direito a uma bebida) podem ser já adquiridos no Barreirinha Bar Café ou à porta, no dia do evento.

Na apresentação da Bloop Recordings pode ler-se o seguinte: “Há 10 anos deu-se um prenúncio do ‘hype’ musical que hoje sentimos com toda a pujança em Lisboa. Havia uma malta a fazer festas com a música de que gostávamos mesmo e que conseguia juntar uma tribo única, dedicada à causa de dançar até não poder mais, de braço no ar e olhos fechados. Ouvimos falar de festas com autocarro e pensámos: ‘Temos que ir’! e fomos. A Vilamoura, à Kapital, ao antigo Banana’s, à Voz do Operário e a tantas outras. A tribo foi crescendo e, hoje, o evangelho espalhou-se e os seguidores são mais que muitos, pelo País todo, quase semanalmente”.

Ao DN-Lisboa, Luís Costa, um dos fundadores da Bloop e hoje mais conhecido pelo seu nome de palco, Magazino, disse que “a edição continua a ser o nosso coração, mas os eventos são o pulmão que nos permite respirar”, sublinha o produtor. É assim com a fasquia bem elevada que a Bloop se prepara para enfrentar o futuro. “Os nossos eventos esgotam mesmo antes de se saber o local ou os artistas presentes, o que é bem revelador da confiança que as pessoas têm em nós. Esse é o nosso maior desafio, continuar assim, a gostar muito daquilo que fazemos”.