‘Dar a ver’ as emoções no coleccionismo de arte

21 Mar 2017 / 02:00 H.

Coleccionar arte é muito mais emocionante do que simplesmente coleccionar. Coleccionar retratos é ainda mais emocionante, porque entre o retratado e o observador se estabelecem diálogos frutuosos. É isto e muito mais que Anísio Franco, historiador de arte e conservador no Museu Nacional de Arte Antiga, vai procurar demonstrar no decorrer da conferência ‘Coleccionismo e Emoção’, que decorre na sexta-feira, dia 24, pelas 15 horas, no Museu Quinta das Cruzes.

Trata-se da próxima iniciativa do projecto de divulgação cultural ‘Dar a Ver’, da responsabilidade da Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura, através da Direcção Regional da Cultura (Direcção de Serviços de Museus e Património Cultural).

“Acompanhar momentos da vida do coleccionador de retratos Anísio Franco é a proposta que agora se faz. O entusiasmo das aquisições, os dissabores resultantes da impossibilidade de ter todos aqueles que deseja, as vibrantes descobertas da identidade dos retratados, as ‘conversas’ que o coleccionador estabeleceu com as várias personagens retratadas, as histórias que cada um deles conta são alguns dos aspectos que poderemos descobrir nesta comunicação”, explica a DRC.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas através do e-mail [email protected], limitadas ao número de lugares sentados (65). Para mais informações poderá contactar Luísa Silva através do número 291 211 830.

Sobre o projecto ‘Dar a Ver’ refira-se que tem por base a ideia da divulgação do património artístico existente no arquipélago da Madeira em diálogo com obras nacionais e internacionais.

Para além dos trabalhos de investigação, classificação e conservação e restauro, é ainda essencial proceder-se à divulgação e ao conhecimento de um vasto e diversificado conjunto de bens móveis e imóveis postos à guarda de todos os madeirenses, e que constituem uma essencial reserva de identidade cultural.

Estão e vão continuar a ser convidados ao longo do ano vários especialistas, locais e nacionais, que têm abordado e vão continuar a abordar de forma mais específica ou generalista aspectos dessa imensa diversidade cultural conservada ‘in situ’, ou já transitada para museus.

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