CTT sob suspeita

Deputada do PSD-M questiona Ministro do Planeamento e Infra-estruturas

14 Mar 2018 / 02:00 H.

Sara Madruga da Costa tem dados que apontam para mais alterações e encerramentos de balcões dos CTT na Madeira. A deputada do PSD-M na Assembleia da República resume-os a “rumores”, mas depois do encerramento dos balcões dos CTT do Arco da Calheta e de Santo António na Madeira, optou por tirar a limpo “a intenção de encerrar parcialmente as estações dos CTT de São Vicente e do Porto Moniz”.

A missiva com quatros questões foi enviada ao Ministro do Planeamento e Infra-estruturas e saiu ontem de São Bento. “Estão ou não previstos novos encerramentos de balcões dos CTT na Madeira? Se sim quais e com base em que fundamentos?”, é a primeira pergunta e decorre do histórico recente. A deputada entende que “os CTT Correios de Portugal e o Governo da República ainda não conseguiram explicar de uma forma satisfatória e plausível o motivo que levou à decisão do encerramento das estações na Região”.

E como não há duas sem três, “confirma-se o encerramento parcial das estações dos CTT de São Vicente de do Porto Moniz?” e que as referidas estações “apenas estarão abertas meio tempo e cujo funcionamento será assegurado por um único funcionário que trabalhará meio dia na estação dos CTT de São Vicente e o outro meio dia nos CTT do Porto Moniz?”, pergunta a deputada.

Por fim “quais as razões que estão na origem do encerramento parcial das referidas estações?”, questiona, referindo que os CTT terão inclusivamente dado início aos contactos com os funcionários dando conta do novo funcionamento das estações dos CTT de São Vicente e do Porto Moniz.

As perguntas foram feitas a Pedro Marques, dado que o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas tem por missão “formular, conduzir, executar e avaliar as políticas de desenvolvimento e coesão, incluindo o desenvolvimento regional, bem como a definição de políticas de infraestruturas, em diversas áreas como é a das comunicações que inclui a regulação dos contratos públicos” e “há fortes indícios de violação dos contratos celebrados com os CTT Correios, nos termos constitucionais e regimentais aplicáveis”.

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