Clínica CETE Indigo inaugura novas instalações

11 Nov 2017 / 02:00 H.

A clínica CETE Indigo inaugura hoje as novas instalações, passando a funcionar no N.º 9 da Rua 1 da Encosta do Picos dos Barcelos, no Funchal. Uma mudança que deriva da grande procura pelos serviços prestados e que junta agora no mesmo espaço três áreas da medicina: a convencional, a complementar e a quântica.

O projecto é inovador na Madeira e a CETE Indigo acabou por ser a primeira clínica de medicina complementar a nascer em Portugal. Surgiu em 2011 vocacionada para a medicina complementar, “por ser uma lacuna no mercado madeirense”, revela Nuno Pereira, terapeuta e responsável pelo projecto.

Hoje o conceito é outro, mais amplo e diversificado, numa aposta clara na medicina integrativa, que trabalha de forma conjunta, a medicina tradicional, a medicina complementar e acrescenta a quântica, que está a ser estudada a fundo nos Estados Unidos.

As novas instalações permitiram inovar e oferecer novos tratamentos direccionados para todas as faixas etárias. “Além do serviço de clínica geral, com dois médicos em permanência, temos a área pediátrica, a psicologia, a psiquiatria e depois toda a vertente complementar com acupuntura, massagens, área energética e outros serviços”, diz Nuno Pereira que destaca ainda um atelier infantil que funciona como um espaço terapêutico onde as crianças aprendem a lidar com diversas situações, de forma diferente do habitual, numa vertente mais terapêutica.

O objectivo passa por “tratar os problemas das pessoas reduzindo ao máximo o consumo de medicamentos ou substâncias químicas, trabalhando em conjunto com as três valências da medicina e apostando em tratamentos naturais”, explica o terapeuta.

Das várias terapias que a clínica desenvolve, Nuno Pereira salienta uma ferramenta por si desenvolvida há cerca de dois anos que tem tido uma taxa de sucesso de 100%. “É uma terapia nossa que não existe em mais nenhum sítio, conhecida como terapia Apaga-dor e faz com que os sentimentos de pressão, medos, fobias, traumas ou vícios sejam removidos de forma energética”, refere o responsável, dando alguns exemplos práticos: “Crianças com medo de cães, pessoas vítimas de abusos sexuais, medo de conduzir ou de andar de avião são tratados com esta ferramenta que neutraliza a energia do pensamento e da emoção”.

Dependendo do trauma, o processo dura cerca de quatro semanas. “Há um conceito reconhecido pela ciência de que tudo o que nós sentimos (seja medo, alegria, tristeza ou trauma) é energia e desenvolvemos uma ferramenta para remover essa energia, sem qualquer risco”, salienta Nuno Pereira que tenta oferecer o que as pessoas procuram, soluções rápidas e eficazes.

O projecto renasce agora com uma nova dimensão e com os olhos postos em maiores desafios e ambições. “Quando a CETE foi criada, éramos apenas uma alternativa, um último recurso, mas neste momento, dadas as soluções encontradas, por vezes passamos a ser a primeira opção”, diz o terapeuta que já pensa em novos projectos, como a criação de um hospital onde possa oferecer os serviços e os tratamentos que a clínica dispõe.