Árbitro habilidoso ‘trai’ verdade do jogo

Câmara de Lobos reclamou dois lances de grande penalidade no final do encontro

13 Nov 2017 / 02:00 H.

Num jogo bem disputado e competitivo com as equipas a disputarem os lances em todos os sectores do jogo, surgiu uma arbitragem que influenciou o resultado por várias razões.

Primeiro não expulsou Hélder Sousa numa falta reincidente, para depois, na recta final, dois lances faltosos em plena área do Merelinense, que nada assinalou, encobrindo o empate que se ajustaria há realidade do jogo.

Não foi fácil a tarefa dos madeirenses frente a um adversário dotado de jogadores com larga experiência e que assumiram durante muito tempo o futebol ofensivo, permitindo o Câmara de Lobos defender-se com linhas muito próximas. Já no declinar desta primeira parte o Câmara de Lobos chegou com perigo à área contrária, com Nuno Brito a rematar à rede lateral após um canto apontado por Celsinho.

Na segunda parte, o Câmara de Lobos entrou mais afoito e teve em Nuno Brito um remate ao lado após um centro de Ângelo Henriques. Já o Merelinense efectuou duas alterações e colocou em campo André Perre, que no primeiro toque que deu na bola, assistiu Vítor Hugo que inaugurou o marcador, com um remate colocado e indefensável.

Em desvantagem, os anfitriões assumiram o futebol ofensivo obrigando os visitantes a recuarem no jogo e saírem em jogadas rápidas.

Na ponta final quando o Câmara de Lobos procurava o empate registou-se dois lances claramente faltasos na área. Angelo Henriques foi desarmado em falta por Rodrigo (86) e em plena compensação (90+2), um passe para Ângelo Henriques, com Miguel Fernandes a cortar com a mão de forma subtil uma bola que daria em ambos os casos grande penalidade clara e que o árbitro nada assinalou.