Novo treinador promete “futebol dominante”

Cláudio Braga foi apresentado ontem e com “a responsabilidade sempre presente”

13 Jun 2018 / 02:00 H.

Cláudio Braga foi ontem oficialmente apresentado como treinador do Marítimo para as próximas duas temporadas. O sucessor de Daniel Ramos no comando da principal equipa de futebol profissional maritimista aterrou na Madeira, num voo desde Amsterdão, pouco antes das 10 horas e ao principio da tarde Carlos Pereira apresentava, em conferência de imprensa, aquela que é a sua nova aposta para as próximas duas temporadas.

Para Cláudio Braga, o Marítimo “é um novo desafio” na sua carreira, mas logo adianta que “a palavra responsabilidade estará sempre presente no dia a dia”, em função do que representa o Marítimo e toda a sua história, dizendo-se honrado pelo convite que lhe foi endereçado pelo presidente maritimista. “Espero não desiludir”, avança.

De resto, o novo timoneiro maritimista sublinha que está em sintonia com o presidente. “A partir de agora é começar a trabalhar e dentro desse trabalho procurar rentabilizar tudo o que é bom dentro deste clube. E, por toda a informação que recolhi, há muita coisa boa para rentabilizar”, sublinha.

O técnico maritimista explica que “a rentabilização deste trabalho será com vitórias, este é o compromisso que, a partir daqui, se torna bem claro, pois o Marítimo é um grande clube e com uma grande história no futebol português”, sustenta.

Cláudio Braga explica que o trabalho a implementar “se torna mais importante quando há uma visão bem clara, com um plano de trabalho e tudo em sintonia”, falando ainda da importância de criar “um verdadeiro grupo e um grande espirito de equipa”, desejando que toda a família maritimista “se reveja em nós, na nossa maneira de jogar e na nossa maneira de ser”.

Aquando da sua curta passagem pelo Santa Clara, Cláudio Braga falou de um “futebol provocador” que gostaria de implementar. Ontem o novo técnico do Marítimo explicou a expressão de então: “No contexto do futebol, está muito perto da palavra dominante. É ter o controlo em forma ofensiva conseguir ter uma equipa bem posicionada com bola, mas, no processo defensivo, também ser provocador em termos de controlar e fechar os espaços”.

Sem responder se o presidente lhe deu matéria prima para esse futebol provocador, Cláudio Ramos, apenas referiu que vai procurar rentabilizar “o que é nosso, aquilo que temos”, assegurando que “dará muito prazer se chegarmos perto aquilo que pretendemos”.

Com um plantel que transita em maioria da época passada, o timoneiro maritimista considera isso “um factor de estabilidade” para o trabalho que aí vem.

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