Apelo “à maior força da equipa: o todo”

03 Jan 2018 / 02:00 H.

Começar o ano com uma vitória e com isso estabelecer um novo máximo pontual (30 pontos) que pertence a Nelo Vingada, será a meta do Marítimo e de Daniel Ramos no reatamento da Liga, marcado para esta quarta-feira com a recepção ao Chaves. Mantendo paralelamente a invencibilidade caseira que ostenta desde Setembro de 2016.

Mas não será uma tarefa fácil, por uma série de condicionantes que marcam a actualidade verde-rubra, desde lesões a castigos, passando por impedimentos. Mas, já fora das outras provas com que iniciou a temporada, o foco do Marítimo vai para o campeonato. “Será assim, não há outro jeito. Vamos agora orientar-nos com todos os nossos esforços no campeonato e lá vamos colocar todas as nossas forças”, revela o técnico maritimista na abordagem ao jogo com a turma flaviense.

Por outro lado, Daniel Ramos alerta para o facto da equipa entrar “numa sequência de jogos exigente”. “Vimos de um jogo há pouco tempo [dérbi com o União] de uma outra competição e digamos que voltamos à normalidade, ou seja, jogando apenas na Liga”, sustenta.

Deste modo, Daniel Ramos anseia passar esta fase mais complicada, até porque o mercado de transferência foi reaberto, com “uma capacidade de resposta no máximo”, salientando que a fase não é a mais favorável para a equipa. “Temos vindo a perder jogadores, temos lesionados e, neste aspecto, estamos um pouco limitados”, justifica.

Neste âmbito, o treinador maritimista apela ao que considera ter sido a força do Marítimo nestes últimos meses. “A nossa força foi sempre o todo, foi a certeza de poder contar com todos aqueles que trabalham diariamente e que merecem a confiança da equipa técnica”, sublinha o técnico português.

Daniel Ramos, por outro lado, agora que o mês de Janeiro rompeu em 2018, deseja “é que chegue mais competitividade para o plantel, de forma ao mesmo ficar mais equilibrado, mais competitivo e mais capaz de dar respostas, porque a exigência da segunda volta será cada vez maior”.

Contudo, Daniel Ramos assegura que aqueles irão chegar “não chegam com um contrato de titular, situação pela qual terão que lutar”, dando toda a confiança aos que cá estão. “E também na formação, pois queremos ter mais jogadores no plantel principal da nossa formação”, assegura o técnico.

Mas antes vem o Chaves, que não joga desde 17 de Dezembro. “Não deixaram de treinar e não me parece que isso tenha enfraquecido a equipa. Estamos à espera de um Chaves também a gerir o seu trabalho e a dar uma resposta forte, pois trata-se de uma excelente equipa”, diz.

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