Albuquerque não admite “brincadeira” de Costa

Presidente do GR exige que António Costa cumpra o prometido sobre o novo hospital

09 Nov 2017 / 02:00 H.

“Há uma agenda política partidária que tem como prioridade prejudicar a Madeira, no sentido de tentar em 2019 o assalto ao poder regional. Isso nós não vamos admitir. O que está em causa são interesses da Região e dos residentes”, acusa Miguel Albuquerque que considera que a não inclusão do financiamento do novo hospital no Orçamento de Estado faz parte dessa estratégia.

“Quero afirmar, perante os madeirenses, que esta é uma prioridade para o governo. E não vale a pena, nem os partidos da oposição, aqui, nem ao nível nacional jogarem para o lado, porque há uma situação óbvia, o hospital da Madeira é uma prioridade”, afirmou o presidente do Governo Regional, no Hospital Nélio Mendonça, onde se deslocou para dar sangue.

“Temos todas as condições para, no próximo ano, lançar o concurso para a obra e neste momento o que há é uma omissão, por parte do governo central, na inscrição das verbas que deveriam estar no governo nacional. Não há nenhuma distracção, o que o governo nacional tem é de cumprir a sua palavra”, afirma.

Albuquerque lembra que António Costa esteve na Madeira, em Março e “afirmou que estava em condições de assegurar 50% desta obra. Curiosamente, para verem como os madeirenses são discriminados, estão inscritos no orçamento 25 milhões para o Hospital do Seixal, para o Hospital de Lisboa Oriental e para o Hospital de Évora que nem o projecto funcional tem pronto”.

Albuquerque pede ao governo central para “não brincar com os madeirenses”.

Albuquerque deu sangue, para servir de exemplo para a angariação de novos dadores.

O número de colheitas de sangue anual é de 4540, semelhante às necessidades de transfusões, mas é necessário garantir a renovação do conjunto de dadores.

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