25 anos

Tribunal da Guarda condenou Pedro Dias à pena máxima por vários crimes cometidos a 11 de Outubro de 2016

09 Mar 2018 / 02:00 H.

O Tribunal da Guarda condenou ontem Pedro Dias à pena máxima de 25 anos de prisão, em cúmulo jurídico, por vários crimes cometidos em Aguiar da Beira a 11 de Outubro de 2016, entre os quais três homicídios consumados.

Pedro Dias foi condenado pelos homicídios consumados do militar da GNR Carlos Caetano (21 anos de prisão) e de Liliane e Luís Pinto (22 anos de prisão por cada), um casal que viajava na Estrada Nacional (EN) 229 naquela noite.

A tentativa de homicídio do militar António Ferreira foi também considerada provada, tendo sido Pedro Dias sido condenado a onze anos e meio de prisão.

No que respeita a Lídia da Conceição, que surpreendeu Pedro Dias quando estava escondido numa casa de Moldes, no concelho de Arouca, o tribunal absolveu-o do crime de tentativa de homicídio, mas condenou-o a dois anos de prisão por um crime de ofensa à integridade física qualificada.

Pedro Dias foi ainda condenado pelos sequestros de António Ferreira (seis anos de prisão), Lídia da Conceição (um ano e meio de prisão) e do homem que a tentou ajudar, António Duarte (um ano e meio de prisão).

O tribunal considerou também provados dois crimes de roubo, três crimes de furto e dois de detenção de arma proibida.

Pedro Dias assistiu à leitura do acórdão por videoconferência desde a prisão de Monsanto. No final, o presidente do colectivo de juízes, Marcos Gonçalves, perguntou-lhe se tinha entendido a decisão do tribunal e, como este respondeu afirmativamente, deu o julgamento por terminado.

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