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Porquê a vacina da gripe?

A vacina da gripe, embora não evite a 100% o contágio, diminui muito a probabilidade de infecção

 
Ricardo Crawford Nascimento *
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A gripe é uma doença de início súbito, provocada pelo virus Influenza, que afecta os indivíduos particularmente nos meses frios. Em termos sintomáticos, há que realçar o envolvimento preferencial do tracto respiratório, para além de outros órgãos e sistemas.

Assim, os sintomas mais habituais são : febre alta, dores musculares generalizadas, dores de garganta, tosse irritativa, corrimento nasal, dores de cabeça e prostação.

Em regra, esta é uma doença autolimitada, de evolução favorável para a cura em menos de uma semana. É esta marca de benignidade que lhe confere o rótulo de doença banal/vulgar, que afecta todos os anos, no início de cada Inverno, muitos elementos dos agregados familiares, já que esta é uma doença com alto grau de contagiosidade. Estima-se que em cada ano (normal ),seja afectada 5 a 25% da população, provocando uma mortalidade significativa, sobretudo em pessoas mais susceptíveis - idosos, indvíduos com depressão do sistema imunitário e/ou com doenças crónicas - devido às complicações que causa.

Ao falar-se de gripe, é imperioso falar da história e da repercussão para a saúde dos diversos surtos pandémicos desta doença ao longo dos séculos. Desde 1530 que há memória destas pandemias, que se repetem com uma periodicidade de 3 em cada século. Conhecem-se 3 tipos de virus da gripe : A, B e C. Só os 2 primeiros têm interesse em Saúde Pública, uma vez que o tipo C provoca apenas infecções muito ligeiras. As pandemias são sempre originadas pelo tipo A. A pandemia de 1918, conhecida como a "gripe espanhola" ou "pneumónica", foi considerada entre todas a mais grave, pelos muitos milhões de mortes que causou em todo o mundo. Naturalmente que toda esta mortandade, superior a 20 milhões, teve muito que ver com a agressividade do virus que era preponderante nesse ano, mas também com a limitação dos recursos dos serviços de saúde da altura, em que não eram ainda conhecidos os antibióticos nem outras medidas avançadas de suporte de vida, essenciais no combate às complicações no decurso destas infecções. Os efeitos da "pneumónica" em Portugal, estão bem retratados no trabalho publicado por João Frada. De acordo com este autor, citando dados do INE, a gripe provocou 60.474 óbitos no Continente de Maio a Novembro de 1918.

Desde 1990 que existe em Portugal um sistema de vigilância epidemiológica da gripe, tal como sucede em muitos outros países. O sistema assenta, essencialmente, numa rede de Clínicos gerais/médicos de família em actividade nos diversos serviços de urgência do país, perante casos suspeitos, colhem e enviam amostras para o Centro Nacional da Gripe do Instituto Nacional de Saúde, Dr Ricardo Jorge. Estas informações são posteriormente enviadas para o Centro Mundial da Gripe ficando em rede com todas as outras informações provenientes de todo o mundo. Estes dados têm como objectivo essencial, identificar a emergência de novos subtipos de virus que possam ter potencial para provocar uma pandemia e ao mesmo tempo monitorizar a evolução das mutações antigénicas e genéticas das estirpes virais A e B. Estas informações são fornecidas duas vezes/ano, uma para cada hemisfério do globo e têm como objectivo a preparação da vacina sazonal de forma a contemplar as estirpes que poderão ser responsáveis pelos surtos de gripe em cada ano. Para o hemisfério Norte essas informações são dadas até Fevereiro, de modo que a vacina fique disponível no mês de Setembro seguinte.

Na minha prática diária, no exercício da minha actividade, é frequente questionarem-me sobre a segurança e eficácia da vacina da gripe. Encontro mesmo situações ocasionais de grande cepticismo quanto à sua segurança. Há sempre quem diga que a vacina que lhe foi prescrita num dos anos anteriores, teve como consequência, uma gripe ainda mais grave e daí a sua relutância na sua aceitação. Na realidade, a protecção conferida pela vacinação só é eficaz ao cabo de 2 semanas. Se nesse período houver contaminação pelo virus da gripe, desenvolve-se na mesma a doença, criando desta forma uma grande descrença na população, caso não seja dada essa explicação prévia. É pois, muito provável, que estes comentários tenham por base o desconhecimento destes factos.

Relativamente a estas questões, gostaria de afirmar  categoricamente, que a vacinação, é totalmente segura e nos casos indicados é essencial na prevenção. A vacina da gripe, embora não evite a 100% o contágio, diminui muito a probabilidade de infecção e acima de tudo evita ou reduz ao mínimo a gravidade das complicações.

* Artigo resultante da parceria com a FPP - Fundação Portuguesa do Pulmão. Nos próximos meses, os artigos decorrentes desta parceria serão publicados apenas na plataforma digital do DIÁRIO.

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Em outubro de 2009,a OMS divulgou um relatório esclarecendo sobre o uso do Thiomersal (Tiomersal). Trata-se de um preservativo, muito comum, usado na fabricação da vacina para evitar a contaminação de bactérias. As vacinas inativadas contém thiomersal se forem em multidoses.

O Thiomersal funciona, na realidade, como um agente antibacteriano na vacina. Ele é usado durante o processo de fabricação, e depois é removido no processo de purificação. No entanto, alguns traços desse produto remanescem na vacina.

Existem dois tipos de mercúrio: o metílico e o etílico. O mercúrio metílico é um composto que ocorre naturalmente e cujos efeitos tóxicos tem sido bem estudados nos seres humanos. O Mercúrio Etílico, diferente do metílico, não se acumula, é metabolizado e eliminado rapidamente pelo organismo e é esse mercúrio, o Etílico que é usado no Tiomersal.

Segundo a OMS, o tiomersal foi rigorosamente analisado por grupos científicos e foi constatado que não há evidências de toxicidade em bebes, crianças, adultos e gestantes expostas ao tiomersal na vacina.
Veja a declaração da OMS sobre o uso do Thiomersal e o mercúrio:
http://www.who.int/csr/disease/swineflu/frequently_asked_questions/vacci...

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E quem paga à Food And Drugs Administration ? Lol

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Como a Nova Ordem Mundial pretende controlar a saude atravez da vacinaçao obrigatoria, (cria a doença depois oferece uma cura a um preço) nao me parece que o resultado do estudo seja muito vantajoso para "eles".

nao?

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Gostei, mas duvido que o dr Ricardo saiba responder a tal questão...lol o que interessa é que as vacinas que muitos países compraram na altura da gripe A, estão a criar pó, nem todos levaram a vacina e o prazo de validade está a acabar, por isso o dr Ricardo esta de certa forma a ajudar a sesaram a iasaude e o governo para ver se escoam o resto que la esta...

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mais um documento sobre a vacina da gripe (2007)
http://www.medicalnewstoday.com/releases/63777.php

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Dependendo da vaccina e dos seus componentes: traduzam no google

The EPA’s safety limit of mercury exposure is being exceeded by over 250 times each shot. In addition to a number of other ‘recommended’ vaccines, flu shots are dished out each year to the public, meaning that this exposure increases to 250 times the limit each year. Over a 10 year period, it is possible to exceed the limit by 2500 times simply by receiving a yearly flu shot.Sources:
1. Frustaci A, Magnavita N, Chimenti C, et. al; Marked elevation of myocardial trace elements in idiopathic dilated cardiomyopathy. J Am Coll Cardiology 1999;33:1578-83
2. Chang YC, Yeh C, Wang JD. Subclinical neurotoxicity of merucyr vapor revcelaed by a multimodality evoked potential study of chloralkali workers. Amer J Ind Med 1995;27(2):271-279.
3. Yang Y-J, Huang C-C, Shih T-S, et al . Chronic elemental mercury intoxication:clinical and field studies in lampsocked manufacturers. 1994;Occup Environ Med 57(1):245-247.
4. Bluhm RE, Bobbitt RG, Wlech LW, et al. Elemental mercury vapour toxicity, treatment and prognosis after acute intensive exposure in chloraklali plant workers. Part 1I. History, neuropsychological findings and chelator effects. Hum Exp Toxicol 1992 11(3):201-210.
5. Bertholf, R. Aluminum and Alzheimer’s disease: prospectives for a cytoskeletal mechanism. CRC-Crit Rev Clin Lab Sci 25:195, 1987
6. Krishnan, S. Aluminum toxicity to the brain. Sci Total Environ 71:59, 198

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