A nossa Selecção claro! Sem pai nem mãe, com morte anunciada o "el padrinho", e em busca de um patrono perdido há muito, a selecção de todos nós, está enferma e padece de falta de timoneiro!
A estrutura também com o trajecto no seu passado recente cheio de atribulações, onde os actuais estatutos não estão de acordo com o novo Regime Jurídico das Federações, e por via disso, a perda do estatuto de Utilidade Pública. Esta "mãe" que devia ter a capacidade de acolher o seu filho, não tem "saúde" para realizar a sua própria vocação.
Mais debilitado, talvez por via do excesso de altivez, hipotética falta de liderança, e possível incapacidade de relacionamento do seu timoneiro, que passou rapidamente de salvador a delinquente, mesmo marginal, com um comportamento desadequado, passível de condenação. Foi um regresso do filho pródigo com um final infeliz. A história e a tradição já não são a lei nem a tradição de outros tempos.
Da sua cadeira presidencial o "pai", mesmo demonstrando alguma preferência pelo filho predilecto, não foi capaz de perante tantas vicissitudes de segurar nem branquear tantos comportamentos desviantes e difíceis de explicar. Com resultados desportivos dignos de registo na última década, este pai dedicado foi confrontado com uma missão impossível. Impossível, ganhar a opinião pública, vencer os seus próprios pares internos, e suster o descontentamento geral das actuações deste timoneiro. Ele que outrora tinha conseguido para os seus formandos marcos de vulto e páginas douradas para o futebol português, desta feita, não teve um único pupilo a saltar em sua defesa. Pessoa inteligente e arguta vai tirar as ilações necessárias, no seu quase certo regresso à categoria de emigrante. Não acreditamos que enferme da doença do emigrante do século passado, que quando chegava à sua terra tinha manias de ser o "maior" e tinha que ser venerado, pelo dinheiro e o tamanho da barriga!
"El padrinho", parece que desta feita não conseguiu fugir da turbulência. Perito em rastejar, da classe dos escamosos, teve sempre o condão de integrar as equipas técnicas, acabando por se incompatibilizar com os seus principais timoneiros. Sempre com um discurso redondo, muitas vezes imperceptível mantém-se há mais de três décadas saltando para um lado e retomando depois o mesmo, sem responsabilidades objectivas sobre nada do que se passou. Desta vez não deve passar incólume nesta hecatombe. De testemunha abonatória, mas no seu melhor, e como de costume passou a acusatória, pirueta essa que induzia tentar ficar eternamente, ou seja, outra vez como aquele segundo que faz da vida a arte de bem trair e do vilão esperto.
Perante tantas trapalhadas e desilusões o "patrono" da nossa selecção, os adeptos, simpatizantes e demais família, tende a virar as costas, e a usar os panos, outrora desfraldados nas janelas em outros usos mais domésticos. Apelidado de décimo segundo jogador, este patrono terá de ser novamente seduzido, com bom discurso e principalmente com vitórias. Não sendo um caso perdido, a tarefa de reagrupar o "rebanho" é um acto obrigatório e necessário.
A esperança que o pai retome as rédeas do nosso futebol, discriminando positivamente, aqueles que merecem os lugares de mérito, e que a mãe seja capaz de acolher com a protecção que lhe é conferida e com o carinho de uma verdadeira progenitora é um desejo de um tamanho enorme. Necessário e conveniente afastar o "padrinho", acomodado e de comportamentos mafiosos, para não restarem dúvidas da autenticidade do profissionalismo que deve imperar. Um timoneiro que assuma a liderança de um processo de credibilização e que seja suficiente aglutinador, por forma a garantir o regresso em força e a vibração do nosso patrono.
Temos de ter tambem adeptos campeões!!!
...VIGIEM O AVIÃO PRIVADO QUE ESTÁ EM SANTA...


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