TAP classifica queixas dos madeirenses como “entretenimento”

26 Nov 2017 / 07:00 H.

Bom dia! Na edição deste domingo, o DIÁRIO desperta os leitores para um assunto que Diogo Lacerda Machado, administrador não executivo da TAP, considera ser um “entretenimento ideal” face às queixas de que a companhia é alvo nas denominadas ‘épocas altas’, em que o preço das ligações aéreas entre Portugal continental e a Madeira tendem a subir.

Na notícia que faz manchete, o responsável diz que defende um subsídio de mobilidade menos burocrático para os residentes madeirenses e garante que não é a companhia que define os preços das viagens domésticas.

‘Amor, suicídio e partilhas a Norte’ é o caso de duas mulheres que disputam a posse de terrenos e de uma casa na Ponta Delgada. O caso, que tem contornos bizarros, pode agora chegar ao Supremo Tribunal de Justiça.

Da justiça para o mundo empresarial, o DIÁRIO dá-lhe a oportunidade de ler nesta edição a entrevista feita a Cristina Pedra, presidente da ACIF, que debruça o seu olhar na mexida anunciada pelo Executivo madeirense no IRC para as pequenas e médias empresas. A responsável diz que a medida não é suficiente para atrair e fixar empresas nacionais na Madeira, reforçando que a poupança máxima seria de 12,5 euros.

Pela África do Sul está Miguel Albuquerque. O presidente do Governo Regional viu ontem o Free State ‘abarrotar’ de muito público para dar as boas-vindas ao desfile da Festa da Flor, bem à moda da Madeira. A iniciativa não poderia ter corrido melhor: os hotéis naquela zona do país esgotaram.

No desporto, o Nacional levou a melhor sobre o União no dérbi regional, tendo os alvinegros vencido o emblema azul e amarelo por 2-1, na Choupana.

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