Esperança de vida em Angola aumentou de 47 para 51 anos desde fim da guerra

07 Abr 2014 / 15:56 H.

    A esperança de vida em Angola passou de 47 para 51 anos e a mortalidade infantil baixou de 250 para 195 em mil desde o fim da guerra civil, em 2002, anunciou o secretário de Estado da Saúde.

    Aqueles valores foram destacados por Carlos Masseca em entrevista ao Jornal de Angola, publicada hoje, dia em que se assinala o Dia Mundial da Saúde.

    Segundo o governante angolano, as infraestruturas hospitalares duplicaram e a mortalidade materna reduziu-se de 1400 para 450 em cada mil mulheres.

    "A mortalidade de menores de um ano, que em 2001 era de 150, baixou para 116 em cada mil crianças", destacou ainda o secretário de Estado.

    Carlos Masseca frisou igualmente que a taxa de vacinação passou de 48 para 91 por cento e que as unidades sanitárias aumentaram de 1.450 para 2.328.

    Entretanto, a malária, a tuberculose e a doença do sono são ainda as grandes preocupações das autoridades sanitárias angolanas, disse hoje o ministro da Saúde, José Van-Dúnem.

    "Não vamos resolver o peso dessas doenças todas se não tivermos uma sociedade mobilizada para combater contra essas doenças", apelou José Van-Dúnem.

    Lusa

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