Jorge Correa apresenta-se feliz no Marítimo e com vontade de trabalhar

Apesar do desaire no Bessa, os verde-rubros querem lutar pelos lugares europeus

02 Fev 2018 / 12:14 H.

O futebolista argentino Jorge Correa foi hoje apresentado como reforço do Marítimo e disse estar feliz com a vinda para o clube madeirense, tendo muita vontade em começar a trabalhar.

“Muito contente por estar aqui. Tenho de agradecer ao meu representante, ao presidente e ao director desportivo do Marítimo por me contratarem. Estou feliz por começar a treinar porque tenho muita vontade”, afirmou o jogador na apresentação.

O extremo, de 24 anos, que pode jogar em ambos os flancos, chega do Vélez Sarsfield, clube em que jogou toda a sua carreira, e já viu a sua nova equipa no Bessa, jogo em que o Marítimo perdeu por 2-1 com o Boavista.

“Tem uma boa equipa e a ideia é a de me adaptar rápido para estar em condições para o técnico decidir depois. É uma segunda oportunidade e espero deixar uma boa expectativa no Marítimo, que é um grande clube”, referiu.

Jorge Correa assinou até junho de 2021 e foi o terceiro jogador contratado pela formação de Daniel Ramos na reabertura do mercado de Janeiro, depois do avançado Joel Tadjo e do defesa Rúben Ferreira.

Carlos Pereira garante que objectivo do Marítimo é lutar pelos lugares europeus

Por ocasião da apresentação de Jorge Correa, o presidente do Marítimo, Carlos Pereira, assegurou hoje que a equipa madeirense vai lutar por um lugar na I Liga portuguesa de futebol que dê acesso às competições europeias e comentou o mercado de transferências em Janeiro.

“O nosso objectivo tem de ser claramente lutar pelos lugares europeus. O discurso do coitadinho não entra no meu vocabulário. Sabemos que há dez equipas que podem atingir esse objectivo e nós temos de ser uma destas equipas. Se não atingirmos, por uma razão ou por outra, é diferente porque o futebol não é uma ciência exacta. Agora, derrotista é que eu não sou nunca”, garantiu.

A boa primeira volta dá confiança ao dirigente para que os ‘verde rubros’ consigam realizar uma segunda metade de temporada idêntica e repetir o feito de 2017, em que o Marítimo marcou presença na Liga Europa.

“Pretendemos sempre mais, mas temos de ter noção das nossas capacidades. Houve algumas saídas e foram compensadas com estas três entradas, que, para nós, são mais que suficientes para fazermos o trabalho que foi feito na primeira volta”, comentou.

O mês de Janeiro ficou marcado com o internamento do dirigente durante cinco dias no Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, mas o trabalho não parou. “Mesmo ausente, continuei a trabalhar. É sempre diferente e de forma satisfatória cá estar porque é sinal que a casa precisa e eu preciso de muita adrenalina e muita actividade, por isso, estou muito satisfeitíssimo por regressar e, como repararam, não foi uma paragem muito prolongada”, referiu.

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