Bernardo Silva acredita que teria tido oportunidades no Benfica com Rui Vitória

Lisboa /
20 Mar 2017 / 20:00 H.

O futebolista internacional português Bernardo Silva disse hoje acreditar que caso tivesse sido treinado no Benfica pelo atual técnico, Rui Vitória, teria tido oportunidades de jogar pela equipa principal do clube.

“O Benfica com Rui Vitória tem apostado mais na formação e saíram vários jogadores daí nos últimos dois anos com ele. Talvez, se tivesse ficado mais um ano e se tivesse sido treinado por Rui Vitória, teria conseguido as minhas oportunidades e chegaria à equipa principal do Benfica”, começou por dizer, justificando a sua saída: “Não fiz a pré-época na minha posição e não contava para as contas do treinador”.

À margem de um evento de uma marca desportiva, o jogador do Mónaco falou também de Jorge Jesus, treinador que o orientou quando representou as ‘águias’, lamentando apenas nunca ter sido aposta.

“São dois treinadores [Rui Vitória e Jorge Jesus] diferentes. Não sinto mágoa e não me sinto mal com Jorge Jesus. É verdade que me sinto triste por nunca ter representado o Benfica como queria e como sempre sonhei, porque joguei 12 anos lá”, confessou.

Por outro lado, Bernardo Silva elogiou o seu atual treinador Leonardo Jardim, afirmando que está “entre os melhores treinadores portugueses”, mostrando-se grato “pela oportunidade dada em jogar ao mais alto nível”.

O antigo jogador da formação dos ‘encarnados’ abordou a luta pelo título nacional entre Benfica e FC Porto e do ‘clássico’ da próxima jornada entre ambos.

“Não sei se será decisivo. Quando os dois da frente se defrontam a oito jornadas do fim é, sem dúvida, um muito importante para o desfecho do campeonato. O Benfica estando em primeiro e se ganhar dá um passo muito grande para a conquista do título. Se o FC Porto ganhar também dá [um passo grande], até porque o Benfica depois tem que ir a Alvalade num jogo que é sempre difícil”, argumentou.

O internacional português explicou ainda que nesta fase da época “os campeonatos decidem-se nos pequenos detalhes, como a falta de concentração”, frisando também que “os jogos fora são quase decisivos”.

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