Suspeito do duplo homicídio na Madeira foi detido num bar quando se preparava para ir a arraial

13 Ago 2017 / 11:48 H.

O homem de 50 anos detido pela Polícia por ter alegadamente assassinado com uma arma de fogo a mãe e a irmã e por tentar matar o pai, em Santana, é solteiro, está desempregado e foi ao bar ‘Contradições’ depois de ter cometido o crime, para se encontrar com o sobrinho e o irmão.

Segundo relatou uma vizinha à reportagem do DIÁRIO, o suspeito combinou encontrar-se com o irmão e o sobrinho no bar ‘Contradições’, em Santana para alegadamente seguirem para o arraial na freguesia de São Jorge.

Entretanto, o sobrinho constatou que o tio apresentava sinais de embriaguez e decidiu ir a casa buscar a carta de condução. Foi nesse momento que descobriu o cenário horrendo: a mãe e a avó dele tinham a cara ensanguentada e já não apresentavam sinais vitais. O avô estava inanimado com o rosto parcialmente desfeito e coberto de sangue.

Foi nesse momento que deu o alerta à PSP. O homem de 50 anos, filho e irmã das duas vítimas mortais, era o principal suspeito. Foi no bar ‘contradições’ que o suspeito foi detido pela PSP. O homem apresentava-se calmo, aparentemente embriagado. Não revelou sinais de arrependimento nem confessou ter sido o autor do duplo homicídio.

Conforme o DIÁRIO avançou em primeira mão, a PSP deteve ao início da madrugada um homem de 50 anos suspeito do duplo homicídio que vitimou a mãe e a irmã no sítio do Colmo, em Santana.

O crime foi cometido com uma arma de fogo (caçadeira), por volta da meia-noite, tendo o indivíduo disparado fatalmente sobre a mãe e uma irmã enquanto estas dormiam.

O pai também foi atingido e ficou gravemente ferido com a cara parcialmente desfeita encontrando-se neste momento internado na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Dr. Nélio Mendonça sob um prognóstico muito reservado.

Logo que o caso foi denunciado, a PSP mobilizou um forte contingente policial formado por uma equipa da BIR e agentes de investigação criminal das esquadras de Santana e de Machico uma vez que o indivíduo encontrava-se armado, conseguindo localiza-lo pouco depois.

O alegado homicida já foi entregue às entidades competentes, estando sob a custódia da Polícia Judiciária.

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