O PSD na Madeira não facultou ao Diário de Notícias da Madeira, à TSF-Madeira, ao Diário de Noticias de Lisboa e ao jornal Público credenciais de acesso e livre trânsito nas zonas reservadas à comunicação social na sua Herdade do Chão da Lagoa.
Esta prepotente atitude, cerceadora do direito à informação, insere-se no crescente clima de intimidação e de ameaças a jornalistas e órgãos de comunicação por parte do PSD na Madeira. Por pôr em causa o livre exercício do jornalismo e a liberdade de expressão nesta região, merece o nosso veemente repúdio.
E porque é atentatória de elementares direitos, liberdade e garantias consagrados na Constituição, não deverá passar impune, nem, pela sua gravidade, contar com a complacência dos Órgãos de Soberania da República Portuguesa.
Uma nota assinada pelo DIÁRIO DE NOTÍCIAS da Madeira, TSF-Madeira e Jornal PÚBLICO
Nota de repúdio
Ricardo Miguel Oliveira - Seg., 01/08/2011 - 08:33
Comentários
EU,provavelmente, faria a mesma coisa.é demasiado evidente o vosso apoio ao cds.
O díário tem de fazer uma profunda reflexão sobre a forma de fazer jornalismo.Apesar de vivermos tempos de crise,não podemos vender a alma por um prato de lentilhas e infelismente é isso que está a acontecer.
Aliás,o jornalismo,na Madeira,atravessa um periodo negro.Por um lado,temos o jornal da madeira e fazer os habituais fretes ao governo e do outro uma tedencia doentia para projectar politicos sem bagagem e sem qualquer tipo de formação.
Eu,que não tenho qualquer vincuçlo ou ligação partidária,sinto-me triste e até envergonhado com este estado de coisas.
Ou será que vossa excelencia não sabe distinguir algo que se aprende e apreende nos bancos de uma qualquer universidade de vão de escada?
-UMA COISA É JORNALISMO,OUTRA PUBLICIDADE E PROPAGANDA.
Nossa estamos mesmo em meio a uma ditadura aqui na Madeira, como pode o GR em meio a uma grande DEMOCROCIA que se vive em boa parte do mundo tirar o direito de liberdade de imprensa, isto é tirar o direito de ir e vir que na nossa constituinte Portuguesa diz, se calhar o AJJ queria que o Diário antes de noticiar qualquer matéria passasse pela censura efectuada por ele, era o que faltava, mas isto nos dias de hoje graças a Deus acabou DR AJJ, aliás a constituinte Portuguesa é a mesma em Lisboa, nos Açores e na Madeira? Me parece que não, pelo o menos o que toca a Madeira não é. Mas e as autoridades superiores não se mexem, estão com medo do GR da M? só pode , que com tanto encostos e porradas que estes senhores da politica Madeirense estão a dar na nossa constituinte, até parece que a lei aqui é só a deles que vale, é feita em cima das coxas e a calada da noite. Dr. AJJ, faça seu trabalho e não atrapalhe mais a nossa ilha, já chafurdaram demais as nossas contas deixando os madeirense de quatro e sem qualquer condições de ir em frente e a mercê do FMI, agora tente se acalmar para não piorar e vai pensando como sair da politica madeirense de fininha para não chamar a atenção, are logo Dr. AJJ e JR com seu rebento junto e outros ,ok.
No contexto deste post, gostava de partilhar consigo o Eu Participo Madeira, na esperança de poder contar com as suas propostas para a região e apoio na divulgação do mesmo.
www.euparticipo.org/madeira/
Cumprimentos
Paulo Ribeiro
Caro Sr. Director do DN.
Apesar de não concordar com a atitude do PSD, também não vale a pena se armarem em santos, que muitas das culpas desta situação é vossa.
Apesar de não ser do PSD, também sei ver que o vosso diário, apesar da boa qualidade, não é isento e é CLARAMENTE um diário da oposição.
Muitas vezes a qualidade das noticias não passam de mexericos, sem a devida averiguação da sua veridicidade e que vocês baseando-se apenas no direito de informação mandam para a rua incendiando o
ambiente. Por isso aquele famoso ditado popular de quem semeia ventos, colhe tempestades.
Desconheço a lei, mas julgo que em casa de cada um, mando o seu dono.
Mas do que é que estavam à espera ? De "palmadinhas nas costas" ? Não sabem já qual é o procedimento
normal deste PSD-Madeira ?
As atitudes "ditatorescas" mostram bem quem as pratica. Venham elas donde vierem.
Submeter um novo comentário