Mário Pereira denunciou responsáveis no Hospital dr. Nélio Mendonça com rendimentos superiores a 16 mil euros
O CDS/PP entende que o Governo Regional perdeu o Norte ao apontar que a “prioridade da saúde” está sendo seriamente afectada com as últimas medidas vindas a público, como é o caso mais recentemente dos doentes do foro oncológico estarem a ser “impedidos de fazer os seus tratamentos no hospital”.
Ao invés, Mário Pereira, médico e deputado pelos centristas madeirenses, à entrada para a III sessão de esclarecimento sobre as medidas de combate à crise económica, financeira e social, colocou em causa despesas em “aquisição de viaturas” num montante que ronda a módica quantia de “um milhão de euros”, quando na sua opinião, o próprio Executivo até “dispõe de automóveis” para o efeito.
Pior, disse o parlamentar, são “decisões tomadas por médicos” que estão obrigados ao código deontológico, responsáveis, esses, acusou o deputado de serem “apadrinhados pelo hospital e que têm rendimentos superiores 16 mil euros”, acrescentou.
De resto, numa sala abarrotar, Mário Pereira carregou na tónica da saúde, não esquecendo de recordar o “encerramento do serviço das urgências” nos concelhos da Ribeira Brava, Porto Moniz e Santana, e à “impossibilidade dos doentes mais incapacitados serem transportados para os seus cuidados de saúde e mais tarde para casa”.
As denúncias foram proferidas numa acção do PP que levou efeito na cidade de Machico juntando num restaurante da localidade mais de 100 pessoas, segundo dados revelados pelo partido.
Só o nome JSD já dá vómitos!...


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