O PND esteve esta manhã nas Madalenas, em Santo António, para denunciar aquilo que Gil Canha diz ser "mais um exemplo de deserdenamento do território, promovido pela Câmara do Dr. Miguel Albuquerque".
Em causa está a construção, já em fase de acabamentos, de uma bomba de gasolina, que, segundo o dirigente da Nova democracia, surge junto num aglomerado populacional e "menos de dois metros" de uma moradia, não cumprindo os afastamentos exigidos por lei. Face aos contornos desta situação, Gil Canha sublinha que o promotor deve ser "grande influência e ser um grande protegido do regime jardinista", adiantando que "não era um cidadão normal que podia fazer uma obra daquelas".
Por isso, o dirigentes do PND afirma que o partido está a prestar apoio jurídico aos moradores, salientando que a situação será alvo de providência cautelar. Além disso, salienta que já entrou uma queixa dirigida ao Procurador, junto do Tribunal Administrativo.
Gil Canha lembra que foi a Câmara do Funchal que licenciou a obra, mas serão os municípes a pagar possíveis indeminizações.
Agora a culpa é dos outros.
Estes Senhores,...


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