“Negativo” e “insuportável”. É assim que José Manuel Rodrigues, líder regional do CDS-PP descreve o plano de ajustamento financeiro da Região apresentado por Alberto João Jardim.
O plano, que assenta “num brutal aumento dos impostos”, vai no entender dos ‘populares’, “aprofundar” a recessão económica, gerar “mais desemprego” e “mais exclusão social”. “Era possível ter feito um plano onde se cortasse nas despesas inúteis, nos desperdícios e esbanjamentos sem qualquer justificação”, garante José Manuel Rodrigues, que fala num aumento de 25 por cento da carga fiscal na Região.
“O Governo Regional diz que este foi o acordo possível, o CDS garante que este é um acordo impossível de cumprir”, continuou o dirigente do CDS-PP, que falava numa conferência de imprensa em que o acordo entre Funchal e Lisboa foi analisado.
Um acordo, acusa, que é o culminar de uma péssima governação do PSD nos últimos 10 anos, que inevitavelmente levou a um pedida de resgate à República. “Passou por uma carta de intenções errada e feita em estado de necessidade e terminou numa negociação de medidas que põem em causa a Economia, o desenvolvimento e a Autonomia da Madeira”, lamenta Rodrigues, dizendo que o que foi assinado contraria o que Jardim prometeu aos madeirense durante a última campanha eleitoral.
Rodrigues “lamenta” a pouca solidariedade e compreensão da República para com os problemas dos madeirenses, e avisa que os próximos tempos serão difíceis e os sacrifícios pesados, mas deixa uma mensagem de esperança. “O CDS confia não no Governo Regional, mas nos madeirenses para superarem esta situação delicada”.
Agora a culpa é dos outros.
Estes Senhores,...


8 comentários

