Foi com recurso à ironia que o líder do PTP, José Manuel Coelho, abordou esta tarde, junto à Assembleia Legislativa da Madeira, a notícia de que o Governo da República quer acabar com a acumulação de ordenados e pensões, que neste momento abrange quatro políticos madeirenses - Alberto João Jardim, Miguel Mendonça, Santos Costa e Brazão de Castro. "Estes quatro cavaleiros da política madeirense subitamente perderam uma regalia que eles tinham há muito tempo, que era o de desfrutarem de dois ordenados. O nosso partido, em solidariedade com o dr. Alberto João Jardim, Brazão de Castro, Miguel Mendonça e Santos Costa, decidiu dar emprego no nosso grupo parlamentar a estes queridos amigos, pois sabemos que eles agora vão ficar com um ordenado só e vão ter algumas carências financeiras na sua vida", declarou Coelho, que estava na acompanhado por outros três elementos do PTP, cada um a ostentar um 'cheque' do 'Banco Jackpot' endossado um dos quatro citados políticos.
Num registo mais sério, José Manuel Coelho classificou a acumulação de rendimentos por políticos como "um escândalo, porque num país e numa região paupérrimos como aqueles em que vivemos essa mordomia é uma coisa indigna".
Também acho...já é altura do PS/M ser...


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