O deputado do PSD-M na Assembleia da República, Guilherme Silva, admite que Alberto João Jardim poderá abandonar a presidência do Governo Regional antes do final do mandato. Ao jornal i, Guilherme Silva encara essa hipótese de o líder madeirense sair mais cedo seis meses ou um ano antes para dar lugar ao sucessor.
Sobre o plano de ajustamento para a Região, o jornal i apurou que tem havido apenas troca de informações e contactos informais entre o Ministério das Finanças e as entidades regionais.
Guilherme Silva admite que a “negociação tem tudo para não ser fácil” e espera que o programa esteja concluído entre a tomada de posse de Jardim e a votação do Orçamento do Estado na especialidade, ou seja, os dois governos têm cerca de 15 dias para alcançar um acordo.
O programa, admite o deputado social-democrata, exigirá sacrifícios duros aos madeirenses, incluindo mais impostos. Guilherme Silva recorda que o Memorando de entendimento assinado com a troika já previa alterações nos impostos para as regiões autónomas, através de mexidas na Lei das Finanças Regionais.
O objectivo é reduzir a diferença entre as taxas de IRC, IRS e IVA praticadas nas regiões autónomas e no Continente.
Por outro lado, Guilherme Silva avisa que o empréstimo à Região deve ter um prazo de 15 a 20 anos e que a Madeira irá também cortar nos subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos da Região.
Também acho...já é altura do PS/M ser...


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