Madeira vai ter plano de resgate

Vítor Gaspar considera situação na Madeira insustentável

31/08/2011 15:18
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Região vai ter de pedir ajuda financeira à República e às instâncias internacionais, à semelhança do que fez o Estado.

 A Madeira vai ter um plano de resgate para sanear as finanças públicas à semelhança do Estado português. A garantia foi dada  pelo ministro das Finanças Vítor Gaspar, que considerou a situação da Região "de crise" e "insustentável".

O ministro confirmou o novo buraco noticiado hoje pelo Diário de Notícias nacional, que eleva assim o desvio nas finanças públicas regionais para 500 milhões. Só um plano de resgate com a República e os parceiros internacionais pode garantir "um ajustamente bem sucedido", disse o governante em Lisboa.

Vítor Gaspar afirmou também que têm de ser as Regiões Autónomas a tomar iniciativa de pedir ajuda, mas saudou a boa cooperação existente. Para além disso, deixou claro que a situação dos Açores é diferente.

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Comentários

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Agora todos nos vamos pagar pela má governação do drº JARDIM e comparças...

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Muito gostam de vir para os jornais falar de Independência e afins...Mas esquecem-se que a Madeira não tem capacidade de se auto-sustentar. Há que pensar seriamente nas coisas...E quanto à questão das VR e VE, é um negócio insustentável para a Madeira, que não pode continuar a suportar os milhões de euros na sua manutenção. E a crise é para ser suportada por TODOS, ilhas incluídas!!!!! Portugueses para o bem e para o mau, neste caso a crise.

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ja estou a imaginar o filme marítimo 0 euros jantaradas 0 euros comícios pagos ao peso cargos no governo 1 por famíia viagens aereas diárias e semanais na classe turistica e pagas a cabeça cada um paga as suas contas até os directores regionais e afins jogadores de fut. em apts. do instituto de habitação......

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Para estes políticos do PPD/PSD da Madeira só há uma solução, coloca-los a todos nas Ilhas Selvagens e dar-lhes a Independência, mas atenção, levam a dívida com eles. Vamos todos em força a 9 de Outubro às urnas para os derrotar.

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É impossivel Portugal(e Madeira), Grecia e Irlanda conseguir sair da atual situação com os seus Pibs comprometidos com a imensa divida

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Os madeirenses estão a ser prejudicados em muitas coisas.
1º transportes aereos, já viram os preços que estão para viajar ate lisboa ou ao porto?
2º No tempo que usa transportes publicos nomeadamente os Horários haviam preços justos. Agora vivendo em s. joao ou vivendo na chamorra o preço é o mesmo. (Agradeçam à Srª Secretária).
3º Via rapida, ja vi numa semana estar uma empresa em determidado km, e na semana seguinte no mesmo km outra. (Estará tão gasta a via-rapida? quem paga a factura?)
4º Bem contado, se calhar temos mais marinas do que barcos!
5º Estádio dos barreiros. acho que dá mais retorno um estadio do que um novo hospital como estava programado.
6º Preço dos combustiveis. Reparem numa coisa, quando desce, aqui na madeira mantêm-se porque ainda estamos a consumir a da cara. Mas quando sobe é logo na semana seguinte. Não me admira nada ver fotos de carros que supostamente os condutores sairam e esqueceram-se de pagar. será preciso uma montra maior???

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Ignorância é complicado!!!

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Espere para ver na saúde, os doentes crónicos, em especial os novos e que a sua condição de doente, não lhes permite trabalhar, verão as suas vidas reduzidas ao inferno da doença e ao inferno da sobrevivência, comecemos por taxas moderadoras, cortes nos transportes, nos medicamentos, no acesso a meios auxiliares de diagnóstico, redução drástica de comparticipações na farmácia, em deslocações a unidades especializadas no continente e na UE, na educação já é o inferno que se passa com listas enormes de livros e de material escolar, mensalidades de creches, sobre as refeições, nos transportes dos alunos, vulgares passes escolares..., não se entende é que os impostos caem sobre o povo e a classe media, pequenas empresas, e os custos sobre aquilo que deriva dos nossos impostos aumentam, são alguns eliminados, para quê então contribuir com o pagamento de impostos, apenas para garantir o sustento do estado e dos políticos, não é para isso que o Estado existe, nem os governos são eleitos...terminar com isto de qualquer maneira e feitio impõe-se se necessário o recurso a medidas mais drásticas, como as que dão origens a revoluções...

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Eu se bem me lembro aqui a uns 10 anos atrás o Guterres não perdoou a divida da madeira para conseguir que os deputados regionais do PSD aprovassem o então orçamento de estado, como é que em 10 anos +/-, temos novamente 8 MIL MILHÕES de divida. A Obra está a vista e e de louvar o que foi feito independentemente das marinas etc. mas tanta divida...............

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Podem acrescentar a todas as medidas de austeridade que serão anunciadas apenas após as eleições de Outubro, a implementação de portagens em sistema semelhante ao que atualmente está em vigor no território continental nas antigas scut. As partes da Via Expresso a serem taxadas ainda não estão definidas mas será de certeza quase a 100% da cobertura da VE.

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