O presidente da câmara do Funchal, Miguel Albuquerque, diz que o novo Executivo da República é "um governo de combate" e que na sua constituição o primeiro-ministro "deu cartas" e demonstrou "competência e habilidade política".
"Acho que é um governo de combate, com pessoas altamente competentes para fazer face às dificuldades que o país atravessa e o perfil e currículo dos ministros dão garantias de fazer uma gestão a favor da salvaguarda do interesse nacional", afirmou o autarca funchalense, do PSD.
Miguel Albuquerque considerou que este "vai ser um governo que vai sofrer uma pressão muito grande, quer de calendário quer do conjunto de medidas que tem de tomar muito rapidamente".
"E é óbvio que tem neste momento as pessoas que eu considero mais competentes para este período muito difícil que Portugal vai atravessar", sublinhou.
O edil do Funchal salientou ainda "o tempo recorde da constituição" do Governo, realçando que "as negociações com o CDS/PP também correram muito bem e sobretudo não houve um grande folclore".
Frisou que tudo aconteceu com "uma grande discrição, um grande sentido de responsabilidades e não houve um grande folclore público com fugas de informação para os jornais, nem especulações".
"Correu muito bem e o primeiro-ministro, no seu primeiro grande desafio, deu já cartas e demonstrou a sua competência e habilidade política para estes tempos difíceis", concluiu.
Miguel Albuquerque garantiu que não ficou surpreendido com os nomes do governo de Pedro Passos Coelho e que "são só rumores" os comentários sobre a possibilidade vir a integrar o elenco governativo porque foi apoiante da candidatura de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD, numa escolha diferente de Alberto João Jardim.
O novo Governo de maioria PSD/CDS-PP irá tomar posse na terça-feira depois de o primeiro-ministro indigitado se ter reunido na sexta-feira em audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, para lhe entregar o novo elenco governativo.
O novo Governo, de 11 ministros, inclui oito estreantes em funções executivas e duas mulheres, enquanto três futuros ministros já desempenharam funções em anteriores Executivos.
Também acho...já é altura do PS/M ser...


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