O presidente dos Estados Unidos repudiou ontem a violência continuada e de níveis "inaceitáveis" na Síria e pediu mais pressão internacional para obrigar o presidente Bashar al-Assad a deixar o poder, noticiou a agência AFP.
No final de um encontro com o rei Abdullah II da Jordânia, realizado na Casa Branca, Obama disse que os dois governantes analisaram os esforços jordanos para reatar as conversações de paz israelo-palestinianas, além de outras questões regionais, incluindo o Irão e o Iraque.
Por outro lado, Obama agradeceu ao monarca jordano o facto de ter sido o primeiro líder árabe a apelar a Assad para abandonar o poder e congratulou-se por Abdullah II se antecipar "nos esforços de promover reformas políticas no interior da Jordânia".
De acordo com Obama, a violência na Síria e a repressão de manifestantes pelas forças armadas de Assad acabou por ser o assunto dominante da reunião, insistindo que continuam a registar-se níveis de violência inaceitáveis na Síria.
"Manteremos um contacto muito próximo com a Jordânia para criarmos um ambiente de pressão internacional que encoraje o actual regime sírio a deixar o poder, dando lugar a um processo democrático de transição no país", referiu Obama.
Como sempre e dado que o POVO MADEIRENSE...


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