O ideal seriam os patrulhas oceânicos (cuja encomenda já foi feita aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo) mas enquanto não chegam, a Marinha terá de contentar-se com os actuais patrulhas idealizados para condições de rio das ex-colónias e não para mar aberto. No entanto, a operacionalidade e as missões dos actuais patrulhas, com mais de 40 anos de serviço, não deixam de ser realizadas.
A constatação foi feita esta manhã pelo primeiro-tenente Rui Terra, comandante do NRP 'Cuanza' no final de uma audiência com o Representante da República para a Madeira, Ireneu Cabral Barreto.
Rui Terra adiantou que, entre outras, as missões do patrulha passam pelo busca e salvamento, apoio ao Parque Natural da Madeira (rendição de vigilantes da Natureza nas Desertas e nas Selvagens) e pela fiscalização das artes de pesca.
A comissão de serviço do comandante no patrulha é de dois anos mas a rendição da missão na Madeira acontece de dois em dois meses.
bem está visto crise não é para todos...e...


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