Jardim acena com falência

É uma das teorias para o atraso na assinatura do plano de resgate

20/01/2012 07:02
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O DIÁRIO hoje faz manchete com Jardim: 'Jardim acena com falência' é o título escolhido para dar conta de uma das teorias para o atraso na assinatura do plano de resgate. A hipótese levantada em certos círculos próximos do presidente é que Jardim estaria interessado em extremar a posição da Madeira até à bancarrota, para escandalizar Portugal no cenário europeu. À margem, informa o nosso jornal, há quem acredite que o processo negocial evolua durante o fim-de-semana.

Outras notícias dizem respeito ao desporto: o presidente do Marítimo, Carlos Pereira, decide hoje sobre a proposta do Sevilha em relação a Baba, que considera muito aquém das expectativas. O jogador poderá rumar ao Mónaco.

Por outro lado, este matutino dá conta do calote monumental deixado pelo extinto IDRAM. Ainda no desporto, o Rali Vinho Madeira pode ser suspenso, alerta Paulo Fontes.

Já numa outra nota, dá-se conta de penhoras em Machico e no Porto Santo, dois casos completamente opostos, mas com finalidades iguais. Em Machico, a Tecnovia penhorou 13 veículos municipais, incluindo viaturas dos bombeiros. No Porto Santo, é o Governo Regional que reclama 2,7 milhões aos 'Irmãos Castro'.

Manuel Baeta, autarca da Calheta, diz que trocava todas as obras pela concretização de um novo centro de saúde.

Os portos, entretanto, agravam as taxas aos navios.

A secretária regional da Cultura, Turismo e Transportes, Conceição Estudante, foi distinguida pela comunidade chinesa.

Já Miguel Ferreira deixa clínicas, mas mantém consultas privadas, informa o nosso jornal.

Finalmente, o cinema na Madeira perdeu 32 mil espectadores em 2011, pode ainda ler-se no DIÁRIO. Entre muitos outros assuntos.

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Comentários

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Os madeirenses deveriam ter visto que ao votarem neste marmelo estavam a abrir a cova para o enterro.Este individuo usou e abusou do povo durante todo o seu reinado e não houve alguém que se apercebesse que mais ano menos ano a bomba teria que rebentar.

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Pelos comentários que eu li; estou convencido que AJJ ainda vai ter direito a uma estátua igual àquela que está na rotunda da praia formosa.

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Na sequência da minha sugestão anterior, para que se organizasse um grande movimento cívico, assumidamente apartidário, pacífico etc. que tivesse por hábito sair à rua com frequência ocorreu-me o seguinte:
Sei que existe muito medo nas nossas cabeças pelas consequências desses actos pelas razões óbvias,então porque não assumir esse medo e usá-lo como arma de arremesso,? Todos os maniifestantes para além dos cartazes adequados,questionando as acções governativas, usariam grandes capuzes pretos(luto) até à cintura, apenas com orifícios para os olhos...Simbolizaria o medo do madeirense em manifestar-se em liberdade e ao mesmo tempo resguardaria a identidade dos participantes.Tudo feito com muita ordem, com a máxima dignidade, que é o que falta aos nossos (des)governantes.Porque não??

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O que podia ser feito era uma Flash mob no cortejo trapalhão. Sem inscrição, com máscara ou sem máscara, os mais corajosos infiltravam-se no cortejo com cartazes e eventualmente megafones, em vários grupos de forma a não ser fácil à polícia expulsá-los. Ou simplesmente fazer do cortejo trabalhão uma manifestação seguindo os trámites normais da organização.

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Otima ideia.
Vá falando nisso, eu ajudo.
Vai ver que este ano o tema cai ser AJJ e a crise, portanto mais um pouco e é manif.
Força.

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Pois...a falência... já toda a gente sabe da trafulhice feita por AJJ... foi manchete, entre outros, no Finantial Times... ninguém irá ligar mais às maluqueiras do Morgado da Ilha... os estragos já foram feitos... AJJ é inconsciente e nem lhe passa pela cabeça o que poderá acontecer quando os Madeirenses não receberem no fim do mês.

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Ah bom! presumo que então... força!

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Aos que aqui se juntam para opinar e desabafar, como eu.
Para ajudar os que ainda não têm acesso facilitado à informação e portanto não têm bem a noção do que se passa, a maneira mais inteligente, a meu ver, de os ajudar é criando um grande grupo,um movimento cívico, ASSUMIDAMENTE APARTIDÁRIO (só assim será credível). A partir daqui,todos concordando, tornar hábito na ilha as manifestações pacíficas com grandes cartazes denunciando o que de errado se passa.Fazer desta acção um hábito frequente.Só tenho pena não me ser possível de todo estar presente na ilha nestes tempos tão angustiantes!
Se fosse possível reunir muita gente, mas tudo muito bem organizado, quero ver quem,nos tempos que correm, se atreveria a impedir! Pensem nisso!

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O problema dos movimentos apartidários é que requerem muita generosidade. Mal nomeassemos um porta voz, bem falante, o mesmo era aliciado por um partido político em troca de um lugarzinho que ele aceitaria nem que fosse por pressão familiar. Se as pessoas valorizassem o ser em detrimento do ter, se a sociedade cívil valorizasse as pessoas capazes de activismo cívico em troca de nada certamente que surgiriam pessoas generosas capazes de resistir a qualquer aliciamento. No entanto a sociedade cívil é a primeira a desprezar aqueles que a defendem.
A minha aposta é que os mesmos que sempre apoiaram o "regime" por interesse, agora em tempos de dificuldades reais, arrisquem a pele para o apear (também por interesse e não por um voluntarismo que sei que não têm).
Já perdi a ingenuidade, mais vale tarde do que nunca, pelo que não estou disposto a arriscar a pele por pessoas que não merecem.
Estou pronto a ajudar a abrir os olhos, a apontar o dedo aos políticos e outros, sob este regime ou o seguinte, que nos roubem mas não a arriscar a pele por gente que não merece.
Não roubo sob a capa da actividade política mas também não quero ser roubado por "políticos", seja no poder ou na oposição.
Quem os pós lá e manteve que os tire!

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Temos que mudar o sistema politico...ta mais que provado que não serve.Talvez começando por acabar com a assembleia que é um verdadeiro circo despesista...ter outra forma de governo sem ser tanta gente a gastar milhoes e sem fazerem nada...e qto ao drº Jardim a muito que ja perdeu o norte.

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