O mergulhador desaparecido na Ribeira Brava ainda não foi encontrado, informou hoje o Subcentro de Busca e Salvamento Marítimo do Funchal.
"As boas condições atmosféricas registadas durante todo o dia de hoje permitram estender o período de imersão do veículo autónomo não tripulado, tendo realizado buscas subaquáticas durante cerca de quatro horas e 30 minutos", explica a Marinha, num comunicado assinado pelo capitão do Porto do Funchal, Amaral Frazão.
O documento adianta que os dados obtidos vão ser "detalhadamente analisados" nas próximas horas, e que no final do dia será marcada uma reunião para "avaliar a situação" e definir a linha de acção para amanhã.
"As operações a partir do mar foram suspensas cerca das 17h30, mantendo-se as buscas visuais a partir de terra por elementos da Polícia Marítima até ao pôr-do-sol", conclui o comunicado.
Trata-se de um homem com cerca de 60 anos, casado, pai de dois filhos, natural do continente mas residente há muitos anos em Câmara de Lobos. Carlos Silva era um mergulhador experiente que fez carreira no Parque Natural da Madeira, e o desaparecimento foi comunicado às autoridades na tarde da passada segunda-feira, quando ele efectuava a manutenção das jaulas de uma exploração de aquacultura.
Desde esse dia, a Marinha tem efectuado buscas diários, empenhando mais de meia centena de homens e recorrendo a tecnologia avançada, como o veículo autónomo que, de acordo com Amaral Frazão, permite percorrer com maior rapidez a área de buscas
Existe é gente tonta como tu, que se calhar...


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